sexta-feira, 21 de agosto de 2026

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<< Capítulo 8


No Studio do Romântica...

— Leandro, vem agora para cá! — Jacutinga desliga o celular. E fala consigo mesmo. — Eu não acredito que ele fez isso.


No Zuzanete...

— Bom dia!

— Bom dia! Acabei de passar um cafézinho.

— Zeca, me serve um, por favor. — Zeca serve o café.

— Seu Alaor, o senhor acredita nesse negócio de Internet?

— Depende do que você precisa dela.

— Queria arrumar uma namorada.

— Olha! Antes de conhecer a Zuzu eu fiz um perfil no Sapeca. A Cinara me ajudou a fazer. — Palhares chega:

— Bom dia! O que tem a Cinara?

— Ela me ajudou a fazer um perfil no Sapeca.

— Eu também tinha. Quer fazer um Zeca?

— Quero!

— Eu te ajudo. Vamos ali naquela mesa. Que o fundo da foto fica mais sóbrio. — Leandro passa correndo por eles. — Tem alguém no Romântica?

— Jacutinga.


No Romântica...

— O que aconteceu?

— Leandro, olha isso! — Leandro vê o clipe de Renan.

— Ficou muito bom!

— Ele fez uma paródia da música que compus com o João Raul e ainda não publicamos. Usou esse programa. — Ele aponta para o computador. — Modificou a voz dele. E fez o clipe com a IA. E subiu pra Internet como música de IA.

— Quantos anos ele tem?

— Treze. A idade que o João Raul começou.

— Será que ele...

— Acho que sim. Você acha que ele tem talento? Ou eu que estou chocado?

— Ele tem muito talento.

— Eu vou falar com a Lilly, mas...

— Mas?

— O que fazemos com o fato dele ter entrado aqui de madrugada?

— Bem. Ele não roubou nada. Deixa a mãe dele decidir.

— Certo. Obrigado, Leandro.


No Zuzanete...

— Tinoooo!!!!

— Oi Talitinha, o que houve?

— Olha isso! — Ela mostra um videozinho para ele.

— De quem é essa gatinha fofa? E como ela tem esse furo? — Palhares pergunta:

— Lorena Prado na Estrela do Cerrado?

— Palhares, é mentira?

— Talita, o que sei é que vão contratar alguém para o programa noturno. E o programa dela lá no Rio de Janeiro era a noite. Faz duas semanas que ela deixou o programa.

— Se nem o Palhares sabe como essa gatinha sabe?

— Ora! A autora da Fanfic contou.

— Zeca, você ainda acha que estamos em uma fanfic?

— Palhares, eu tenho certeza. Se não for verdade que um raio caia na minha cabeça.

— Zeca, se for verdade um personagem vai confirmar o furo da gatinha. — Ricardo entra no Zuzanete:

— Palhares, você não vai acreditar. Lorena Prado foi lá na rádio. Ela vai assumir o programa da noite. Ela é muito linda. — Talita pergunta: 

— Ricardo, conta para mim como ela é? — Íris entra no Zuzanete.

— Ela acabou de entrar.

— Boa noite! Seu Zeca, a chave do meu quarto, por favor.

— Cla... Claro! — Ele dá a chave para ela e ela sobe para o quarto. Palhares pergunta:

— Tem certeza, que é ela?

— Absoluta.

— Ela é a minha prima Íris.

— Babado... Me conta tudo!

— Não, Talita! Não gera like. 


Na Oficina...

— Jacutinga, e se eu largar tudo e empresariar ele?

— Lilly, não era melhor você empresariar o João Raul.


Semanas depois

Dia seguinte do casamento de Eduarda e Leandro...

— Mãe?!

— João Raul, que bom que você veio.

— O que aconteceu?

— Olha esse vídeo do seu irmão! — João Raul assiste o vídeo.

— Ele tem talento!

— Eu quero empresariar ele, mas você perdeu tanta coisa. O que você acha?

— Se você cuidar da carreira dele. Também tem que cuidar da minha.


Em algum lugar do Brasil...

— Cinara, você tem certeza que é aqui?

— Tenho. Foi o endereço que minha vó me deu.


Continua...

quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Capitolo 5 >> Era circa la sesta ora quando Nicodemo arrivò. - Shalom, posso parlare con Cleofa? - Giovanni Marco rispose: - Shalom, C...

Capitolo 5 >>

Era circa la sesta ora quando Nicodemo arrivò.

- Shalom, posso parlare con Cleofa? - Giovanni Marco rispose:

- Shalom, Cleofa non è qui.

- Ho un annuncio da fare.

- Entra e dillo subito a tutti. - Entrò nella stanza. Nicodemo scambiò un'occhiata con Maria, che chiese:

- Nicodemo, è stato condannato?

- Sì, signora. Condannato a morte per crocifissione.

- Andiamo!

- Signora, dovrà sopportare molto dolore.

- Con Dio sopporterò ogni cosa, anche la valle della morte.

Ella se ne andò, accompagnata da Nicodemo, Giovanni, io, l'arcangelo Raffaele e altri angeli.

Trascorse un po' di tempo e ci trovammo nel luogo che sarebbe poi diventato noto come la Via Crucis. Gesù cade, e un angelo sorregge la croce per impedirgli di schiacciarlo, e mi resi conto che molti angeli lo aiutarono. Gesù gli permise di portare la croce con sé da quel momento in poi. Dopo aver completato la Via Crucis, fu crocifisso in un luogo chiamato Golgota.

— Raffaele, non hai intenzione di togliere Gesù dalla croce?

— Diavolo, non sono disobbediente come te.

— Vuoi lasciare che il Figlio di Dio muoia su una croce? La croce è una maledizione.

— Ti ho già detto che non sono come te.

— Credi di ottenere qualcosa solo pregando?

— La preghiera è l'arma più potente che si possa avere.

— Voglio vedere cosa stai pregando.

— Il Signore è il mio pastore: non mi mancherà nulla…

— Un salmo?!

— Puoi cantare! — Gli angeli cominciano a cantare:

— Attraverso verdi pascoli e prati io cammino…

— Oh no!!! Che melodia irritante. — Il diavolo e i demoni se ne vanno.

Gesù era sulla croce; ogni sua difficoltà a respirare faceva sobbalzare il cuore di Maria e le faceva tremare le gambe. Poi, uno a uno, gli angeli cominciarono a sorreggerla come Aronne e Hur avevano fatto con Mosè.

- Signora, non dovremmo tornare indietro?

- Giovanni, ho qualcuno che mi sostiene. L'amore che provo per Dio è più grande di ogni cosa. Rimarrò fino alla fine.

Al tramonto, i soldati andarono a togliere i corpi dalle croci.

- Longino, questo sembra morto.

- Lo trafiggerò per bene con la spada, per esserne sicuro. - Longino trafisse con la spada, e acqua e sangue sgorgarono dal petto di Gesù. Qualcosa gli schizzò nell'occhio.

- Ahi! - Si tolse il liquido. E la sua vista, che era annebbiata, tornò perfetta. - Sono guarita!

Maria sentì il cuore trafitto e si prostrò. Udendo le parole del soldato, le tornò in mente il profeta Eliseo. Era certa che Gesù fosse già con il Padre. Fece segno agli angeli di salire per accoglierlo.

- Giovanni, dammi un momento.

— Sì. — Giovanni si allontanò.

— Messaggeri, grazie mille. Ma potete andare. — Uno degli angeli le rispose:

— Madre, non è ancora finita. Ci ha chiesto di accompagnarlo, e così faremo.

— Puoi immaginare il dolore che provo?

— No, ma Dio sì. — Maria tacque, e Giovanni, preoccupato, tornò indietro e andò a prenderla.

I soldati deposero Gesù dalla croce. Lei lo abbracciò e cominciò a pulire le sue ferite. Le lacrime le rigavano il viso. E cantava le stesse canzoni che gli cantava per farlo addormentare quando era bambino.

— Sono venuta a prendere l'anima di Cristo. Ma dov'è la sua anima? — Raffaele rispose:

— Michele è arrivato prima di te. Sono già partiti.

— Diavolo! Diavolo!

— Che succede, Marduk?

— Stiamo perdendo delle anime. Cristo e Michele sono entrati nella Dimora dei Morti e stanno portando via tutti. Incluso Adamo.

— No! Fermiamoli! — Udendo ciò, Raffaele ordinò loro:

- Angeli! Aiutiamoli a sconfiggere i demoni!


Molti minuti dopo...

Nicodemo e Giuseppe d'Arimatea avevano già preparato il corpo. Stavano per chiudere il sepolcro, ma Maria piangeva accanto al corpo. Le chiesero di andarsene, ma lei non volle. Le parlai di nuovo in termini semplici:

- Madre, so che stai soffrendo. Ma la profezia deve compiersi. Ciò che accadrà qui, nemmeno l'uomo più intelligente saprà spiegarlo. Andiamo!

Poi entrò Maria Maddalena e le chiese di andarsene. Infine Giovanni disse:

- Signora, lasci stare gli altri tuoi figli. Restiamo tutti insieme, come pulcini sotto le ali della madre.

Allora Maria li ascoltò e se ne andò. Gli uomini chiusero il sepolcro e due angeli rimasero a guardia. Maria voleva andare sul monte a pregare.

- Signora, torniamo prima a casa e mangiamo qualcosa.

- No, prima devo parlare con Dio.

Andammo sul monte. Si stracciò le vesti e si cosparse il capo di cenere. E fece lo stesso con il suo cuore.

— Maddalena, sono molto stanca.

Non ho dormito la notte scorsa. Se succede qualcosa, mi sveglierai?

— Certo, Giovanni!

— Miao!

— Sarebbe più facile per Teofilo svegliarti. — Ride.

segunda-feira, 17 de agosto de 2026

<< Capítulo 7 Na casa de Nôra... — Você?! — Dona Nôra, eu vim lhe devolver isso. — Ela entrega uma folha do caderno das ervas. — Você ...

<< Capítulo 7

Na casa de Nôra...

— Você?!

— Dona Nôra, eu vim lhe devolver isso. — Ela entrega uma folha do caderno das ervas.

— Você usou o chá de apaga capivara?

— Dei um boa noite Cinderela na Janete e no Giancarlo.

— Foi a minha filha que te deu essa página?

— Foi.

— Íris, cadê minha filha?

— No mesmo lugar, mas agora ela que manda em tudo. A Verônica foi pro Uruguai com o Giancarlo.

— Entra! Quer um chá de hibisco?

— Prefiro um refrigerante.

— Não parou com isso ainda?

— Sou viciada em açúcar. Uma formigona. — Nôra ri. Ela entrega o refrigerante e um bolo de fubá.

— Filha, me conta tudo!

— O Giancarlo foi empurrado ribanceira abaixo, mas ele não morreu. Ele fugiu com a Verônica. 

— E você ficou sozinha com o menino?

— Fiquei. Um dia ele descobriu que o pai morreu sendo jogado daquele lugar. E resolveu vir para Bom Retorno investigar. E ele foi trabalhar de motorista pros Amaral.

— O Osmar?

— Ele descobriu que foi a Zilá que matou o Giancarlo. Melhor, que tentou matar.

— Ele quis se vingar dela?

— Eu estou com medo dele ter matado o Xavier, mas matou com a arma do seu Alaor. O que incrimina a Zilá. E pior...

— Pior?

— O Xavier estava trabalhando para a Verônica e Giancarlo. Os três armaram tudo.

— A Zilá vai ser incriminada de duas mortes que ela não matou. Você precisa fazer alguma coisa?

— E entregar meu filho? Se foi ele? E o delegado reabriu mesmo o caso do meu ex-marido?

— Você precisa do chá... Você não toma chá.

— Dona Nôra, eu vim lhe devolver sua receita. E te entregar os contatos da sua filha. Ela quer ver a Cinara.

— Ela está doente?

— Ela quer se entregar. Ela é uma das laranjas do Figueiroa.

— Que quadrilha vocês formaram, hein?!

— Eu juro que tentei criar o Osmar no caminho reto. Mas está no sangue.

— A ruindade não está no sangue. Tudo tem um jeito.


Na Oficina...

— Você é minha mãe mesmo?

— Quer fazer o teste de DNA?

— Eu quero. 

— E quem é meu pai?

— O John.

— E você me deixou na beira do Caturama?

— Não. Quem te deixou lá foi o Ruaney.

— Como Ruaney entrou nessa história?

— Senta! — João Raul sentou-se no banco de carro que servia de sofá. — Eu estava no ônibus vindo pros lados de Bom Retorno. E encontrei uma moça. Desesperada. Ela tinha perdido o filho. Ela queria tanto um bebezinho. E eu não podia ficar com você. 

— Você me deu para a moça?

— Dei. Eu não sei se o Ruaney era amante ou namorado da moça. Mas quando ela morreu ele ficou com você. E vivia fugindo de uns capangas. O que eu pude fazer pra te livrar daqueles capangas eu fiz. Fiquei com você no mercado, na padaria e até na capelinha da beira da estrada. Enquanto o Ruaney fugia dos capangas. Aí ele teve a brilhante ideia de te dar para o Valmir. Foi um alívio. Parar de fugir de capangas.

— O Ruaney não sabe dessa história?

— Não! O que ele te contou?

— Que ele é meu pai.

— Pois bem façamos o teste de DNA. Seu vô vem pro Brasil semana que vem. Já fazemos todos juntos.

— O meu vô? O pai do John?

— O próprio.


No Zuzanete...

— Zeca, o Natal tá longe.

— Esses autores esqueceram de calcular o tempo. Quero que 2027 chegue logo. 

— Justo hoje o Alaorzinho está trabalhando até tarde. A lua está tão bonita.

— É a segunda Lua cheia desse mês. 


Após o Penúltimo capítulo da novela Coração Acelerado.


No Valmirene...

— Lilly, o que você quer falar conosco?

— O João Raul foi embora, mas o teste de DNA ficou pronto. Queria abrir contigo e com o seu Valmir.

— Tá certo! Vamos abrir. — Irene abre o envelope.

— O João Raul é filho da Lilly e é neto do seu Jonah.

— Que bom! Irene e dona Lilly, isso me dá um grande alívio.


No Zuzanete...

— Zeca, vou deixar a chave do Studio com você. Por que o Jacutinga disse que amanhã vai cedo lá.

— Leandro, vou deixar aqui com a chave dos quartos.


De madrugada...

Renan pega a chave do studio fica lá umas três horas. Saí. Coloca a chave no lugar e volta para o seu quarto.


No outro dia...

Na mansão de Naiane

— Que foi Patrícia? — Naiane olha o seu celular. — Que vídeo é esse com tantas visualizações?

— Meu priminho quebrou a Internet. Precisamos repostar. — Ela abre uma live. — Bom dia! E que dia... Gente, meu primo Renan, fez um vídeo de IA com uma paródia da música nova do João Raul. Vocês vão lá dê um like no vídeo dele. O menino tem talento. Priminho, te amo!


No Studio do Romântica...

— Leandro, vem agora para cá!


Capítulo 9 >>

Coração Acelerado 2/8 a 8/8/2026 O nascimento da Manu. 4/8 - Cena 9:  https://gshow.globo.com/novelas/coracao-acelerado/capitulo/2026/08/04/...

quinta-feira, 13 de agosto de 2026

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 << Capitolo 4

Il giorno dell'Ultima Cena…

Andai al mercato con Matteo. Passammo davanti al venditore di polli:

– Miao!

– Ciao, piccolo amico. Il tuo pezzo. – Me ne diede uno. – Dov'è la tua gatta? – Iniziai a spiegare che aveva partorito dei gattini.

– Miao! Miao! Miao! Miao! – Arrivò Matteo:

– Di nuovo a fare lezione, Teo. – Rimasi in silenzio.

– Chiesi della gatta che era venuta con lui le ultime volte.

– Cleo ha partorito dodici gattini ieri.

– Ah! – Preparò un piccolo pacchetto e me lo diede. – Portaglielo. Sii un buon padre! – Matteo mi ringraziò e tornammo alla casa dove alloggiavamo. Quando arrivammo vidi il Diavolo accanto a Giuda. Misi il pacchetto su una pietra e andai a combatterlo. Gli diedi diversi graffi, ma non aveva più corpo.

– Teo, stai combattendo contro la mia ombra? – Non ho dato ascolto a Giuda e ho continuato a graffiare il diavolo. Giuda mi ha tirato un bicchiere d'acqua. Mi sono fermato. – Ti sei calmato?

– Teo, porta il regalo a Cleo. Lei e i cuccioli ti stanno aspettando. – Ho obbedito a Mateo. – Ecco la borsa. Ho comprato abbastanza per la cena.

– Grazie mille. Mateo, tutti i padri sono stressati?

– Solo quando c'è qualcosa che non va.


Dopo l'Ultima Cena con i suoi discepoli, Gesù invitò tre di loro ad andare con lui a pregare nel Getsemani. E io andai con loro. La sua angoscia era così grande, così grande, che rimase a lungo a parlare con Dio.

— Pietro, non ho mai visto Gesù così.

— Fratelli, preghiamo come ci ha insegnato.

— Padre Nostro…

Verso il decimo Padre Nostro si addormentarono. Poi Gesù li svegliò e riprese a pregare. Recitarono di nuovo il Padre Nostro e si riaddormentarono. Poi, ecco…

— Questa è la mia occasione per fermarti, Emmanuele.

— Vattene! — Sì, ho miagolato, ma mi ha capito.

— Teofilo, piccolo gattino, vuoi forse sfidarmi?

— Sei tu il più piccolo qui! Non posso credere che un terzo degli angeli sia caduto nel tuo tranello. Perché non volevi adorare un umano. Ora sei più piccolo di un insetto. Per parlarti, dobbiamo guardare in basso. La tua caduta è stata la più grande di tutte. Ti sei spezzato completamente. Non riesci nemmeno più a fare musica.

— Insolente! Certo che posso. Ahhh… — Ne uscì un suono completamente stonato.

— Vuoi che chiami un umano a cantare per te? Hmmm… Davide!

— Oh, tu… Non sono venuto qui per parlare con un buono a nulla come te. Sono venuto per convincere Gesù a restare qui.

— Ma non lo farà!

— È angosciato. Scusami, moccioso! — Poi il Diavolo cercò di passarmi accanto e io lo graffiai. Ma non aveva forma. Gesù udì il rumore. Benedisse l'acqua e la gettò contro il Diavolo.

— Brucia!!! — Il Diavolo scompare.

— Maestro, perdona la mia incompetenza.

— Hai fatto bene. Gli hai impedito di tentarmi. Sono molto angosciato. Pensavo che potessero aiutarmi. — Indica i tre che dormono.

— Pregavano, ma la loro stanchezza era più grande di loro. Perché sto parlando?

— Grazie per essere sempre qui. Non ci sei, capisco i tuoi miagolii.

— Miao! — Indicai i soldati che si avvicinavano.

— Aiutami a svegliare i miei amici. Poi vai a dire a mia madre che è giunta l'ora della profezia. — Svegliammo i tre discepoli. Andai a casa di Cleopa, dove Maria era con sua sorella. Le due sorelle guardavano il cielo e ricordavano l'ultima Pasqua.

— Vado a dormire. Non fare tardi! — Arrivo subito. — La sorella entrò e Maria mi fece cenno di avvicinarmi.

— Cosa ci fai qui? Non dovresti essere con Gesù?

— Miao! — Il mio lato umano tornò a farsi sentire. — Gesù mi ha chiesto di dirvi che la profezia si avvererà.

— Una spada trafiggerà la mia anima. — Rimase in silenzio per un po' e infine disse: — Avrò bisogno di aiuto. Come Mosè, intercederò affinché Gesù vinca questa battaglia. Ma proprio come Mosè, avrò bisogno di qualcuno che mi sostenga per rimanere salda nel mio proposito.

— Miao! — Arriva Giovanni Marco:

— Signora, è stato arrestato.

— Dillo ai tuoi fratelli!

— Sì. — Entrammo.


Capitolo 6 >>

 
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