quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Capitolo 5 >> Era circa la sesta ora quando Nicodemo arrivò. - Shalom, posso parlare con Cleofa? - Giovanni Marco rispose: - Shalom, C...

Capitolo 5 >>

Era circa la sesta ora quando Nicodemo arrivò.

- Shalom, posso parlare con Cleofa? - Giovanni Marco rispose:

- Shalom, Cleofa non è qui.

- Ho un annuncio da fare.

- Entra e dillo subito a tutti. - Entrò nella stanza. Nicodemo scambiò un'occhiata con Maria, che chiese:

- Nicodemo, è stato condannato?

- Sì, signora. Condannato a morte per crocifissione.

- Andiamo!

- Signora, dovrà sopportare molto dolore.

- Con Dio sopporterò ogni cosa, anche la valle della morte.

Ella se ne andò, accompagnata da Nicodemo, Giovanni, io, l'arcangelo Raffaele e altri angeli.

Trascorse un po' di tempo e ci trovammo nel luogo che sarebbe poi diventato noto come la Via Crucis. Gesù cade, e un angelo sorregge la croce per impedirgli di schiacciarlo, e mi resi conto che molti angeli lo aiutarono. Gesù gli permise di portare la croce con sé da quel momento in poi. Dopo aver completato la Via Crucis, fu crocifisso in un luogo chiamato Golgota.

— Raffaele, non hai intenzione di togliere Gesù dalla croce?

— Diavolo, non sono disobbediente come te.

— Vuoi lasciare che il Figlio di Dio muoia su una croce? La croce è una maledizione.

— Ti ho già detto che non sono come te.

— Credi di ottenere qualcosa solo pregando?

— La preghiera è l'arma più potente che si possa avere.

— Voglio vedere cosa stai pregando.

— Il Signore è il mio pastore: non mi mancherà nulla…

— Un salmo?!

— Puoi cantare! — Gli angeli cominciano a cantare:

— Attraverso verdi pascoli e prati io cammino…

— Oh no!!! Che melodia irritante. — Il diavolo e i demoni se ne vanno.

Gesù era sulla croce; ogni sua difficoltà a respirare faceva sobbalzare il cuore di Maria e le faceva tremare le gambe. Poi, uno a uno, gli angeli cominciarono a sorreggerla come Aronne e Hur avevano fatto con Mosè.

- Signora, non dovremmo tornare indietro?

- Giovanni, ho qualcuno che mi sostiene. L'amore che provo per Dio è più grande di ogni cosa. Rimarrò fino alla fine.

Al tramonto, i soldati andarono a togliere i corpi dalle croci.

- Longino, questo sembra morto.

- Lo trafiggerò per bene con la spada, per esserne sicuro. - Longino trafisse con la spada, e acqua e sangue sgorgarono dal petto di Gesù. Qualcosa gli schizzò nell'occhio.

- Ahi! - Si tolse il liquido. E la sua vista, che era annebbiata, tornò perfetta. - Sono guarita!

Maria sentì il cuore trafitto e si prostrò. Udendo le parole del soldato, le tornò in mente il profeta Eliseo. Era certa che Gesù fosse già con il Padre. Fece segno agli angeli di salire per accoglierlo.

- Giovanni, dammi un momento.

— Sì. — Giovanni si allontanò.

— Messaggeri, grazie mille. Ma potete andare. — Uno degli angeli le rispose:

— Madre, non è ancora finita. Ci ha chiesto di accompagnarlo, e così faremo.

— Puoi immaginare il dolore che provo?

— No, ma Dio sì. — Maria tacque, e Giovanni, preoccupato, tornò indietro e andò a prenderla.

I soldati deposero Gesù dalla croce. Lei lo abbracciò e cominciò a pulire le sue ferite. Le lacrime le rigavano il viso. E cantava le stesse canzoni che gli cantava per farlo addormentare quando era bambino.

— Sono venuta a prendere l'anima di Cristo. Ma dov'è la sua anima? — Raffaele rispose:

— Michele è arrivato prima di te. Sono già partiti.

— Diavolo! Diavolo!

— Che succede, Marduk?

— Stiamo perdendo delle anime. Cristo e Michele sono entrati nella Dimora dei Morti e stanno portando via tutti. Incluso Adamo.

— No! Fermiamoli! — Udendo ciò, Raffaele ordinò loro:

- Angeli! Aiutiamoli a sconfiggere i demoni!


Molti minuti dopo...

Nicodemo e Giuseppe d'Arimatea avevano già preparato il corpo. Stavano per chiudere il sepolcro, ma Maria piangeva accanto al corpo. Le chiesero di andarsene, ma lei non volle. Le parlai di nuovo in termini semplici:

- Madre, so che stai soffrendo. Ma la profezia deve compiersi. Ciò che accadrà qui, nemmeno l'uomo più intelligente saprà spiegarlo. Andiamo!

Poi entrò Maria Maddalena e le chiese di andarsene. Infine Giovanni disse:

- Signora, lasci stare gli altri tuoi figli. Restiamo tutti insieme, come pulcini sotto le ali della madre.

Allora Maria li ascoltò e se ne andò. Gli uomini chiusero il sepolcro e due angeli rimasero a guardia. Maria voleva andare sul monte a pregare.

- Signora, torniamo prima a casa e mangiamo qualcosa.

- No, prima devo parlare con Dio.

Andammo sul monte. Si stracciò le vesti e si cosparse il capo di cenere. E fece lo stesso con il suo cuore.

— Maddalena, sono molto stanca.

Non ho dormito la notte scorsa. Se succede qualcosa, mi sveglierai?

— Certo, Giovanni!

— Miao!

— Sarebbe più facile per Teofilo svegliarti. — Ride.

segunda-feira, 17 de agosto de 2026

<< Capítulo 7 Na casa de Nôra... — Você?! — Dona Nôra, eu vim lhe devolver isso. — Ela entrega uma folha do caderno das ervas. — Você ...

<< Capítulo 7

Na casa de Nôra...

— Você?!

— Dona Nôra, eu vim lhe devolver isso. — Ela entrega uma folha do caderno das ervas.

— Você usou o chá de apaga capivara?

— Dei um boa noite Cinderela na Janete e no Giancarlo.

— Foi a minha filha que te deu essa página?

— Foi.

— Íris, cadê minha filha?

— No mesmo lugar, mas agora ela que manda em tudo. A Verônica foi pro Uruguai com o Giancarlo.

— Entra! Quer um chá de hibisco?

— Prefiro um refrigerante.

— Não parou com isso ainda?

— Sou viciada em açúcar. Uma formigona. — Nôra ri. Ela entrega o refrigerante e um bolo de fubá.

— Filha, me conta tudo!

— O Giancarlo foi empurrado ribanceira abaixo, mas ele não morreu. Ele fugiu com a Verônica. 

— E você ficou sozinha com o menino?

— Fiquei. Um dia ele descobriu que o pai morreu sendo jogado daquele lugar. E resolveu vir para Bom Retorno investigar. E ele foi trabalhar de motorista pros Amaral.

— O Osmar?

— Ele descobriu que foi a Zilá que matou o Giancarlo. Melhor, que tentou matar.

— Ele quis se vingar dela?

— Eu estou com medo dele ter matado o Xavier, mas matou com a arma do seu Alaor. O que incrimina a Zilá. E pior...

— Pior?

— O Xavier estava trabalhando para a Verônica e Giancarlo. Os três armaram tudo.

— A Zilá vai ser incriminada de duas mortes que ela não matou. Você precisa fazer alguma coisa?

— E entregar meu filho? Se foi ele? E o delegado reabriu mesmo o caso do meu ex-marido?

— Você precisa do chá... Você não toma chá.

— Dona Nôra, eu vim lhe devolver sua receita. E te entregar os contatos da sua filha. Ela quer ver a Cinara.

— Ela está doente?

— Ela quer se entregar. Ela é uma das laranjas do Figueiroa.

— Que quadrilha vocês formaram, hein?!

— Eu juro que tentei criar o Osmar no caminho reto. Mas está no sangue.

— A ruindade não está no sangue. Tudo tem um jeito.


Na Oficina...

— Você é minha mãe mesmo?

— Quer fazer o teste de DNA?

— Eu quero. 

— E quem é meu pai?

— O John.

— E você me deixou na beira do Caturama?

— Não. Quem te deixou lá foi o Ruaney.

— Como Ruaney entrou nessa história?

— Senta! — João Raul sentou-se no banco de carro que servia de sofá. — Eu estava no ônibus vindo pros lados de Bom Retorno. E encontrei uma moça. Desesperada. Ela tinha perdido o filho. Ela queria tanto um bebezinho. E eu não podia ficar com você. 

— Você me deu para a moça?

— Dei. Eu não sei se o Ruaney era amante ou namorado da moça. Mas quando ela morreu ele ficou com você. E vivia fugindo de uns capangas. O que eu pude fazer pra te livrar daqueles capangas eu fiz. Fiquei com você no mercado, na padaria e até na capelinha da beira da estrada. Enquanto o Ruaney fugia dos capangas. Aí ele teve a brilhante ideia de te dar para o Valmir. Foi um alívio. Parar de fugir de capangas.

— O Ruaney não sabe dessa história?

— Não! O que ele te contou?

— Que ele é meu pai.

— Pois bem façamos o teste de DNA. Seu vô vem pro Brasil semana que vem. Já fazemos todos juntos.

— O meu vô? O pai do John?

— O próprio.


No Zuzanete...

— Zeca, o Natal tá longe.

— Esses autores esqueceram de calcular o tempo. Quero que 2027 chegue logo. 

— Justo hoje o Alaorzinho está trabalhando até tarde. A lua está tão bonita.

— É a segunda Lua cheia desse mês. 


Após o Penúltimo capítulo da novela Coração Acelerado.


No Valmirene...

— Lilly, o que você quer falar conosco?

— O João Raul foi embora, mas o teste de DNA ficou pronto. Queria abrir contigo e com o seu Valmir.

— Tá certo! Vamos abrir. — Irene abre o envelope.

— O João Raul é filho da Lilly e é neto do seu Jonah.

— Que bom! Irene e dona Lilly, isso me dá um grande alívio.


No Zuzanete...

— Zeca, vou deixar a chave do Studio com você. Por que o Jacutinga disse que amanhã vai cedo lá.

— Leandro, vou deixar aqui com a chave dos quartos.


De madrugada...

Renan pega a chave do studio fica lá umas três horas. Saí. Coloca a chave no lugar e volta para o seu quarto.


No outro dia...

Na mansão de Naiane

— Que foi Patrícia? — Naiane olha o seu celular. — Que vídeo é esse com tantas visualizações?

— Meu priminho quebrou a Internet. Precisamos repostar. — Ela abre uma live. — Bom dia! E que dia... Gente, meu primo Renan, fez um vídeo de IA com uma paródia da música nova do João Raul. Vocês vão lá dê um like no vídeo dele. O menino tem talento. Priminho, te amo!


No Studio do Romântica...

— Leandro, vem agora para cá!


Continua...

Coração Acelerado 2/8 a 8/8/2026 O nascimento da Manu. 4/8 - Cena 9:  https://gshow.globo.com/novelas/coracao-acelerado/capitulo/2026/08/04/...

quinta-feira, 13 de agosto de 2026

 << Capitolo 4 Il giorno dell'Ultima Cena… Andai al mercato con Matteo. Passammo davanti al venditore di polli: – Miao! – Ciao, pi...

 << Capitolo 4

Il giorno dell'Ultima Cena…

Andai al mercato con Matteo. Passammo davanti al venditore di polli:

– Miao!

– Ciao, piccolo amico. Il tuo pezzo. – Me ne diede uno. – Dov'è la tua gatta? – Iniziai a spiegare che aveva partorito dei gattini.

– Miao! Miao! Miao! Miao! – Arrivò Matteo:

– Di nuovo a fare lezione, Teo. – Rimasi in silenzio.

– Chiesi della gatta che era venuta con lui le ultime volte.

– Cleo ha partorito dodici gattini ieri.

– Ah! – Preparò un piccolo pacchetto e me lo diede. – Portaglielo. Sii un buon padre! – Matteo mi ringraziò e tornammo alla casa dove alloggiavamo. Quando arrivammo vidi il Diavolo accanto a Giuda. Misi il pacchetto su una pietra e andai a combatterlo. Gli diedi diversi graffi, ma non aveva più corpo.

– Teo, stai combattendo contro la mia ombra? – Non ho dato ascolto a Giuda e ho continuato a graffiare il diavolo. Giuda mi ha tirato un bicchiere d'acqua. Mi sono fermato. – Ti sei calmato?

– Teo, porta il regalo a Cleo. Lei e i cuccioli ti stanno aspettando. – Ho obbedito a Mateo. – Ecco la borsa. Ho comprato abbastanza per la cena.

– Grazie mille. Mateo, tutti i padri sono stressati?

– Solo quando c'è qualcosa che non va.


Dopo l'Ultima Cena con i suoi discepoli, Gesù invitò tre di loro ad andare con lui a pregare nel Getsemani. E io andai con loro. La sua angoscia era così grande, così grande, che rimase a lungo a parlare con Dio.

— Pietro, non ho mai visto Gesù così.

— Fratelli, preghiamo come ci ha insegnato.

— Padre Nostro…

Verso il decimo Padre Nostro si addormentarono. Poi Gesù li svegliò e riprese a pregare. Recitarono di nuovo il Padre Nostro e si riaddormentarono. Poi, ecco…

— Questa è la mia occasione per fermarti, Emmanuele.

— Vattene! — Sì, ho miagolato, ma mi ha capito.

— Teofilo, piccolo gattino, vuoi forse sfidarmi?

— Sei tu il più piccolo qui! Non posso credere che un terzo degli angeli sia caduto nel tuo tranello. Perché non volevi adorare un umano. Ora sei più piccolo di un insetto. Per parlarti, dobbiamo guardare in basso. La tua caduta è stata la più grande di tutte. Ti sei spezzato completamente. Non riesci nemmeno più a fare musica.

— Insolente! Certo che posso. Ahhh… — Ne uscì un suono completamente stonato.

— Vuoi che chiami un umano a cantare per te? Hmmm… Davide!

— Oh, tu… Non sono venuto qui per parlare con un buono a nulla come te. Sono venuto per convincere Gesù a restare qui.

— Ma non lo farà!

— È angosciato. Scusami, moccioso! — Poi il Diavolo cercò di passarmi accanto e io lo graffiai. Ma non aveva forma. Gesù udì il rumore. Benedisse l'acqua e la gettò contro il Diavolo.

— Brucia!!! — Il Diavolo scompare.

— Maestro, perdona la mia incompetenza.

— Hai fatto bene. Gli hai impedito di tentarmi. Sono molto angosciato. Pensavo che potessero aiutarmi. — Indica i tre che dormono.

— Pregavano, ma la loro stanchezza era più grande di loro. Perché sto parlando?

— Grazie per essere sempre qui. Non ci sei, capisco i tuoi miagolii.

— Miao! — Indicai i soldati che si avvicinavano.

— Aiutami a svegliare i miei amici. Poi vai a dire a mia madre che è giunta l'ora della profezia. — Svegliammo i tre discepoli. Andai a casa di Cleopa, dove Maria era con sua sorella. Le due sorelle guardavano il cielo e ricordavano l'ultima Pasqua.

— Vado a dormire. Non fare tardi! — Arrivo subito. — La sorella entrò e Maria mi fece cenno di avvicinarmi.

— Cosa ci fai qui? Non dovresti essere con Gesù?

— Miao! — Il mio lato umano tornò a farsi sentire. — Gesù mi ha chiesto di dirvi che la profezia si avvererà.

— Una spada trafiggerà la mia anima. — Rimase in silenzio per un po' e infine disse: — Avrò bisogno di aiuto. Come Mosè, intercederò affinché Gesù vinca questa battaglia. Ma proprio come Mosè, avrò bisogno di qualcuno che mi sostenga per rimanere salda nel mio proposito.

— Miao! — Arriva Giovanni Marco:

— Signora, è stato arrestato.

— Dillo ai tuoi fratelli!

— Sì. — Entrammo.


Capitolo 6 >>

domingo, 9 de agosto de 2026

<< Capítulo 6 Mais tarde... Na Sala do Ruaney (...) — Tem certeza disso? — O senhor é o sócio oculto? — Não, mas conheço ele muito bem...

<< Capítulo 6

Mais tarde...

Na Sala do Ruaney

(...)

— Tem certeza disso?

— O senhor é o sócio oculto?

— Não, mas conheço ele muito bem. Eu quero que você deixe a Alô Balada e o coloque no seu lugar.

— Eu não posso. Pois no contrato consta que eu fico aqui até 2027.


Meia hora depois

No Zuzanete...

— Eu queria fazer uma reclamação?

— Pois faça, Zeca!

— Seu Alaor, Jacutinga, leitores... Eu queria dizer aos autores da novela e da fanfic que passa semanas, meses, seis meses e não saímos de 2026. Eu queria sair desse ano logo. Meu horóscopo disse que esse ano não arrumo namorada. Eu acredito em horóscopo? Não. Mas esse ano tem que acabar.

— Zeca, eu Jacutinga, euzinho também quero uma namorada.

— Ihh, sabe que você tem razão é a terceira vez esse ano que vou fazer check-up. E eu tenho que esperar até 2027 pra um certo contrato acabar.

— Pois então gente esse ano tem que acabar.

— E se enfeitarmos o Zuzanete pro Natal?

— A ideia é boa.

— Zeca, o que você acha de fazer um drink especial de Ano Novo?

— Gostei!


Em algum lugar...

— Foi você que matou o Xavier?

— Eu?!

— Verônica, você está com a mala de dinheiro que ele recebeu.

— Quem me entregou ela foi... Ele deve ser o assassino.

— E desde quando você é mulher do Giancarlo?

—  Íris, você sabe muita bem que...

— Você era sócia dele. E ele se fingiu de morto.

— O que você está insinuando?

— Foi o Giancarlo que matou o Xavier?

— Não! Ele não tem uma arma daquelas. 

— Então ele está vivo mesmo. O Xavier sabia disso?

— Sabia. Nós três sempre fomos sócios. Íris, mas eu não sei quem matou o Xavier.

— Não foi o filho do Giancarlo?

— Foi ele que me entregou a mala. Ele não é seu filho?

— É sim. 

— Se o filho é seu, você que cuide!


No Zuzanete...

— Era só o que me faltava.

— Que foi Palhares?

— Zeca, minha prima, a irmã do Ivanildo, ela voltou para Bom Retorno. Ela consegue ser pior que o Ivanildo.

— Iiiiiih! Você está achando que...

— Ela está aprontando algum bote. — Jacutinga entra 

— A golpista da sua prima está de volta em Bom Retorno?

— A própria. 

— Então foi ela que denunciou o Heitor.

— A Íris conhecia o Heitor?

— Os dois andavam com o Giancarlo. O Heitor fez uma cirurgia plástica mudou de nome e virou dono de empresa. E a Íris sumiu. Mas foi tudo dinheiro do comércio de pele dos bichinhos.

— Aaaaaaa! Ela era namorada daquele facínora. — Janete entra:

— De quem, vocês estão falando?

— Da minha prima. Ela está hospedada aqui.

— Fui eu que fiz a reserva.

— Janete, ela é pior que o Ivanildo.

— Ela pagou um mês adiantado.

— Não se deixe enganar.


Na Oficina...

— Boa tarde!

— Boa! Malvino, o que aconteceu com a sua caminhonete?

— Ascendeu a luz da revisão. E o meu mecânico disse que não sabe consertar Dodge Ram. 

— Eu resolvo isso. Malvino, como era o nome da sua primeira namorada?

— A Íris. Me traiu com aquele Giancarlo. Até filho com ele, ela teve. Por quê?

— Eu a vi se hospedando no Zuzanete mais cedo.

— O quê?!


No apartamento de Laurinha...

— Ela é linda.

— Renan, você tem jeito com bebês.

— Obrigado. Laurinha, eu vim te pedir um conselho.

— Pra mim? Eu que vou pedir conselho pra sua mãe. Que é minha madrinha.

— Por isso mesmo. Laurinha, você acha que eu posso ser um cantor famoso igual o João Raul.

— Renan, você canta bem. Toca muito bem também. Mas ser famoso é coisa para adulto. Eu se fosse você eu focava nos estudos.

— Laurinha, o João Raul tinha a minha idade quando começou. Eu só queria ser igual.

— Renan, mesmo que você ganhasse um desses shows de talentos infantis. Estudar e trabalhar não é coisa para um adolescente de treze anos.


Na casa de Nôra...

— Você?!

— Dona Nôra, eu vim lhe devolver isso. — Ela entrega uma folha do caderno das ervas.

— Você usou essa tintura para quê?

— Dei um boa noite Cinderela na Janete.


Capítulo 8 >>

 
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