sexta-feira, 8 de maio de 2026

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Dias depois

Na Igreja...

— Bem irmãos, hoje vamos rezar pelo sétimo dia de Zulma. Rezar para que sua alma tenha alcançado a misericórdia divina. O pesar da saudade nos leva a uma profunda tristeza. Mas a fé nos impede de dizer que a morte é um fim, a morte é o sentido.

"Segundo Livro dos Macabeus nos diz que Judas mandou oferecer sacrifícios pelos mortos, 'pensando na ressurreição'. Não era um costume vazio. Era um ato de esperança.

Ali está uma verdade que sustenta este momento: os mortos não estão perdidos — estão nas mãos de Deus.

E nós, pela oração, permanecemos unidos a eles.

Hoje, ao celebrarmos este sétimo dia, fazemos exatamente isso: rezamos, oferecemos, intercedemos.

Porque acreditamos que o amor não termina com a morte.

Mas a fé cristã vai ainda mais fundo.

Francisco de Assis, ao se aproximar da própria morte, chamou-a de 'irmã morte'.

Não porque a morte seja boa em si — ela não é. Ela é consequência do pecado, é ruptura, é dor.

Mas, para quem vive em Deus, ela deixa de ser um abismo e se torna uma passagem.

São Francisco nos ensina algo difícil, mas verdadeiro: quando a vida foi vivida com sentido, com amor, com busca sincera por Deus… a morte não é derrota.

É encontro.

Talvez hoje o nosso coração oscile entre duas experiências: de um lado, a saudade, o vazio, as lembranças; de outro, a fé que insiste em dizer: 'Deus não abandona'.

E aqui está o ponto central desta celebração: nós não rezamos apenas por quem partiu. Rezamos também para aprender a viver.

Porque a morte sempre nos faz uma pergunta silenciosa: 'Para onde a sua vida está indo?'

A pessoa que hoje recordamos já fez sua Páscoa.

Agora, nós ainda estamos no caminho.

E esse momento não é só despedida.

É também chamado.

Chamado a: viver com mais verdade; amar com mais intensidade; ordenar a vida com mais clareza; e não adiar o que realmente importa.

Se hoje pudéssemos resumir tudo em uma única esperança, seria esta: a morte não tem a última palavra. Deus tem.

E por isso, mesmo em meio às lágrimas, podemos rezar com confiança:¹" 

São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate, sede o nosso refúgio contra as maldades e as ciladas do demônio. Ordene-lhe Deus, instantemente o pedimos, e vós, príncipe da milícia celeste, pelo divino poder, precipitai no inferno a satanás e a todos os espíritos malignos, que andam pelo mundo para perder as almas. Amém.

Sacratíssimo Coração de Jesus, tende piedade de nós! 

Sacratíssimo Coração de Jesus, tende piedade de nós! 

Sacratíssimo Coração de Jesus, tende piedade de nós!²

Minutos depois

Na Pensão...

— As palavras do Padre Lucas foram tão bonitas.

— Ele gosta muito de São Francisco de Assis.

— Posso mudar de assunto?

— Claro, dona Margarida.

— Candinho, você pode ficar aqui o quanto você precisar. Mas o que acontece com a casa que desmoronou?

— Dona Margarida, a casa tinha seguro. Eles vão pagar uma parte do valor. Depois o restante eu teria que pagar.

— No que precisar ajudaremos.

— Muito obrigado. É como eu sempre digo: tudo o que acontece de ruim na vida da gente é para melhorar!


Na delegacia...

— Celso e Ernesto, amanhã vocês vão ser transferidos para a Penitenciária.

— Delegado, o senhor tem notícias da Sandra?

— Celso, ela foi direto para a solitária da Penitenciária.

— E isso é possível?

— Não, mas a autora da fanfic achou que ela era muito perigosa para aparecer nesta cena.

— A Sandra ultrapassou mesmo todos os limites.


No Sítio Dom Pedro II...

— Meu nome é Cunegundes. — Ela assopra a franja.

— Dona Cunegundes, a senhora deveria ter uma frase.

— Uma frase?

— Por uma cidade melhor... Algo assim.

— Cunegundes para prefeita e a nossa cidade estará perfeita.

— Não ficou bom não.

— Nada está bom pra você, Maria Pureza.

— Dona Boca de Fogo para o bem do povo.

— Maroca, presta bem atenção que vou dizer uma vez só. Meu nome não é Boca de Fogo é Cunegundes. Cu-ne-gun-des.

— Criançada fiz pipoca para vocês.

— Maria Divina, você poderia me fazer um favor.

— Claro, qual seria.

— Vai no correio levar essas cartas.


Na Rádio Paraizo...

— Boa tarde! 

— Boa tarde, Mimi!

— Lúcio, eu li a rádio novela da Magda.

— Eu consegui confirmar é mesmo da Magda. Mas ela quer que você assine a rádio novela.

— É uma novela muito boa. Mas eu gostaria de fazer uma alteração.

— Qual?

— Em vez de descrever esse lugar. — Ela aponta no texto. — Eu gostaria de colocar o Palácio Dançante.

— Nossos ouvintes vão adorar.

— Que bom! Lúcio, como fica a parte do Ernesto na rádio?

— Ele vai me vender. Aos poucos. E eu preciso arrumar um advogado para ele, Sandra e Celso.

— Doutor Araújo?

— O próprio.


No Palácio Dançante...

— Vermelho, você já se apaixonou?

— Claro Mirtes. 

— E deu certo?

— Eu sou muito tímido e não disse nada para ela.

— Mas você ainda gosta dela?

— Gosto.

— Humm... — Lourival chega.

— Boa tarde!

— Boa tarde! A Thamires está?

— Não. Ela saiu e não disse para onde ia. Algo que possa ajudar?

— Eu queria alugar o Palácio para a estreia do novo espetáculo da Dita. 

— Claro! Vou pegar a agenda. — Vermelho vai no quarto da Thamires.

— A dona Cunegundes deixou o Vermelho como sub-gerente.

— Que chique! Você já pensou em trabalhar na rádio?

— Já! Mas eu queria mesmo era apresentar o musical da dona Cunegundes no Teatro Municipal.

— A ideia não é ruim. — Eles escutam o estouro vindo da rua.

____________________

¹ A homilia do Padre Lucas foi escrita pelo ChatGPT.

² Oração de São Miguel Arcanjo (Pequeno Exorcismo do Papa Leão XIII) copiado do site da Basílica de São Miguel Arcanjo: <https://basilicasaomiguelarcanjo.org.br/oracoes/>. Acessado em 24 de abril de 2026.

quarta-feira, 6 de maio de 2026

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<< Chapter 3

After Jesus healed the mother of Eden, we went to Jerusalem. Before arriving, we stopped in Bethany at Lazarus' house. During the early morning, Jesus went away to pray, and I accompanied him.

When the sun rose, it was very hot, and we returned to the city.

A woman was brought to the city gate. As we were about to pass, we stood in silence, observing what would happen. A man told her story, and the judge condemned her to stoning. When the man was about to throw the first stone, Jesus appeared. And he wrote with charcoal: "God shows mercy to the thousandth generation." The men looked at each other, and one of them asked:

"What is mercy?"

"Misere is to have compassion, and cordis is heart. Compassion is being able to put yourself in the other person's place and understand what they have been going through. Mercy is, starting from compassion and with your heart, judging the other and forgiving them. To show mercy is to forgive infinitely."

"Master, and our laws?"

"No law can be greater than the law of God." Then the judge said:

"He is right. I didn't even hear the woman. Please tell us what happened?"

"Two weeks ago I married a stonemason. Last week a stone rolled down and…" She began to cry.

"Woman, are you a widow?"

"Yes. He had no family around here." Pause to cry. "My father wouldn't let me stay at home. So I hid with the tax collector's animals." She cries a little more. "I drank some of the goat's milk so I wouldn't die." Lazarus arrived and said:

"We must welcome widows, orphans, and foreigners."

"Lazarus!"

"Yes!"

"Could you take this woman into your home along with her sisters until we can contact her husband's family?"

"I can."

"Woman, who was your husband?"

"Malachi, the Benjamite."

"I will ask for his genealogy and send a messenger. Now, if you will excuse me, I want to speak with the Master alone." Everyone leaves, except me.

"Master, I have not acted according to what I have learned over time. I am not just and wise like Solomon, but you are. What should I do?"

"A sincere prayer before each judgment." The judge thanked Jesus. Years later he saw the resurrection of Lazarus. And months later he was considered the wisest man in Bethany. Then a neighbor of Lazarus told him that Jesus had been condemned by the Sanhedrin:

"If you had to judge him, what would you do?"

"First I would pray to know what God's will is. I knew him and I am certain that he is the Messiah. But what is God's will?"

"I don't know."

"To save us from sin. If to save us God needs to sacrifice his son, that is what will happen. It may seem unjust, but God can resurrect him. Just as at the last second He prevented Abraham from sacrificing Isaac. If a sacrifice is not needed, God will send an angel to free your son from prison." Days later they came to tell him that Jesus had risen.

Lazarus' Epigraph

The widow and her children stayed at my house for the duration of the festival. Her husband's relatives had gone to Jerusalem and after the festival they took her to Benjamin.

Theophilus moved the story forward a bit to talk about the judge. From that episode until the resurrection of Jesus, three years passed. During that period, Jesus and his disciples often passed by my house. Some of these are recounted by the evangelists. In the next chapter, Theophilus will tell about Holy Week.

sexta-feira, 1 de maio de 2026

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Na Casa de Estela...

— O que você está fazendo aqui?

— Eu...

— Lilly, aconteceu alguma coisa?

— Eu soube que você vai para Amazônia.

— Vou sim. Você quer vir junto?

— Mais ou menos. Eu estava pensando se você podia me mandar umas histórias de lá.

— Histórias?!

— Sim. Eu queria tentar ser autora de rádio novela. Igual a dona Margarida.

— Entendi. Mando sim. Você vai continuar morando na casa dos Anjos?

— Não. Vou me mudar pra Pensão da Dona Margarida assim que a Zulma se casar com o Candinho.

— Você apoia esse casamento?

— Não.


Na Pensão...

— Pai, eu posso brincar com a minha irmã?

— A Luiza ainda é muito pequena. Joaquim, quando ela tiver maiorzinha vocês brincam.

— Eu fui na gravação do disco da minha mãe e cantei com as crianças.

— Que bom. Já quero ouvir esse disco.


Dias depois...

No Hospital

— Doutor Túlio, qual o estado da Zulma?

— Gravíssimo. Eu não sei se ela sobrevive esta noite.

— Ela foi minha inquilina por muitos anos. Nesses meses todos acabei me apegando a ela.

— Eu entendo, mas da parte médica eu fiz todo o possível.

— Que Deus tenha misericórdia dela.


Na Rádio Paraizo...

— Boa tarde! — Ele espera um tempo. — Boa tarde! — Ele grita. — BOA TARDE!!!

— Paulo, desculpa. Eu não me conformo da Carmem ter ido presa.

— Tales, você ficou sem a Lilly e sem a Carmem.

— Eu me sinto péssimo por ter sido enganado.

— Te entendo. Não quer ir comigo no Palácio Dançante?

— Me distrair um pouco. Seria bom.


Na Delegacia...

— Ernesto, a Zulma sofreu um acidente e se encontra no hospital.

— Ela não conseguiu casar com o Candinho. E não recuperou o filho. — Celso pergunta:

— Filho?!

— Celso, a casa dos Anjos não era um orfanato de verdade. Ela regularizou na prefeitura quando a Zenaide emprestou o nome. Faz uns 5 anos. Até então ela teve várias visitas da prefeitura. Se você me entende.

— Entendo. Mas onde entra o filho?

— Há sete anos atrás a Prefeitura levou todas as crianças para um orfanato. E um dos meninos era filho biológico da Zulma. O apelido dele era Teco ele aprontava todos com um outro menino o Tico.

— Nunca imaginei que a Zulma realmente fosse mãe. E ela não achou mais o menino?

— A dupla fugiu do outro orfanato e ninguém mais soube.


No Hospital...

— Dona Zulma!

— Teco, é você?

— Sou... Eu vi o acidente. 

— Teco, eu sou sua mãe de verdade. Eu sinto muito por todo mal que lhe fiz.

— Eu lhe perdôo.

— O que será das crianças que foram na rádio?

— Elas vão ser adotadas.


Na confeitaria...

— Dona Quitéria, o que a traz aqui.

— Eu conversei com um amigo e vamos comprar a confeitaria.

— Ah que bom! Deixa lhe mostrar a cozinha. — As duas entram na cozinha. — Um dos meus segredos é usar leite fresco para fazer os doces. E tenho um ótimo fornecedor.

— Essa cozinha é maravilhosa!


No Palácio Dançante...

— Paulo, parece muito animado por aqui.

— Tales, divirta-se. — Tales dança com Mirtes e Paulo com Francine. — A senhorita está mais bonita hoje.

— Obrigada. Você e seu amigo deveriam vir mais vezes por aqui.

— Nem sempre é possível. Tem muito trabalho na Rádio.


No Hospital...

— Lilly!

— Doutor Lauro, como ela está?

— Infelizmente... — Ela entra no quarto e vê Zulma morta. — Foi uma parada cardíaca, fizemos todo o possível...

— Eu sei doutor. É preciso avisar as crianças. — Estela diz:

— Eu posso avisar.

— Obrigada. Professora, seria muito pedir que traga o vestido que ela mais gosta?

— Claro que não! Eu trago.

— Zulma você vai ter um velório de princesa.


Na Casa da Baronesa...

— Magda me manda uma cartinha achando que vou ter pena e não agirei. Vai sonhando... — A baronesa queima a carta.


Próximo capítulo:

quarta-feira, 29 de abril de 2026

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<< Chapter 2

Chapter 3 - The Travel

We were walking towards Cana. Cleo was walking beside me. She seemed to be scared. I don't think she had ever left the house. Jesus was walking ahead and every hour someone would walk with him to talk. The others walked in pairs, talking. And Magdalene was behind us. Then I noticed that she was very pale. I had no doubts:

"Meeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee!!!" Cleo even jumped. – Jesus asked:

"What is it, Theo?" Everyone looked at me. And I tried to point to Magdalene with my paws. Jesus instructed:

"Magdalene, sit down and drink some water slowly. Theo, she needs fruit." I also knew how to pick fruit. I quickly climbed the first fruit tree I saw. Matthew and Judas Thaddeus went with me, I picked the fruit and they put it in a basket. As soon as we finished, we went back to Magdalene and Jesus. Magdalene thanked them:

"Thank you, boys." Peter said:

"I'm starting to get used to the cats." Matthew said:

"I hope they get used to us." Everyone laughed. After resting a little, we started walking again. Peter seemed very worried. If they had already invented cell phones, he would have called Eden many times. It was clear that they loved each other very much. But it wasn't just longing. It was concern. Eden's mother wasn't feeling well when we left. Eden had slept next to her mother every day we were there. The lady ate all her meals in the room. I wanted to ask Jesus to heal her. But who am I, a kitten who doesn't know much about the human world and even less about God.

We finally arrived at Cana, where the wedding would be held. Mary was helping to set up the tent. It's called Khupá (pronounced rupah). The bride and groom get married under it to confirm their marriage before God. Oh! When I saw Mary, I forgot that I was taking care of Cleo and ran to her.

"Theo! I missed you, didn't I!" She picked me up and petted me.

"This cat is not normal." John said.

"Meeeeeeeee!" Cleo grumbled.

"I think we're going to have two weddings." Matthew said. He picked Cleo up and put her under the Khupá. Mary placed a flower in Cleo's fur. Jesus patted each of us and said:

"Be happy and have lots of kittens!"

"Master, is this how cats get married?" Judas Thaddeus asked.

"They don't get married. They stay together for a while. Their lives are shorter than ours. And they don't have free will. They act according to their nature." Jesus answered.

I'm sorry, but I didn't get married or get together with Cleo back then. She was in her late childhood. All we did was play and I taught her to hunt doves. Later on, yes... but calm down, one paw at a time.

Back at the wedding, I was with Cleo under a bench eating fish. Then Mary came and spoke to Jesus:


“"They have no wine." (And) Jesus said to her, "Woman, how does your concern affect me? My hour has not yet come." His mother said to the servers, "Do whatever he tells you." Now there were six stone water jars there for Jewish ceremonial washings, each holding twenty to thirty gallons. Jesus told them, "Fill the jars with water." So they filled them to the brim. Then he told them, "Draw some out now and take it to the headwaiter." So they took it. And when the headwaiter tasted the water that had become wine, without knowing where it came from (although the servers who had drawn the water knew), the headwaiter called the bridegroom and said to him, "Everyone serves good wine first, and then when people have drunk freely, an inferior one; but you have kept the good wine until now."” (John 2:3b-10)¹.


The next day we began our journey back to Capernaum. Mary went with us. We were going to pick up Eden, her mother, and the parents of John and James so we could go to the festivities in Jerusalem.

There is a merchant in Jerusalem who always gives me a piece of chicken. I had been dreaming about this for a while.

We arrived in Capernaum on Saturday. Andrew and I went home and the others went to the synagogue.

Andrew went to put away his luggage and I went to see Eden.

"Meow!"

"Theo, where’s Peter?” I stared at her, wondering how to say she is in the synagogue.

"Mimiaumi!"

"It was worth trying. You can keep an eye on her. I need to make some medicine for her."

"Meow!" I climbed into bed and Eden’s mother had a high fever. She was sleeping so deeply that it was scary. While she was keeping watch, Andrew went to get Peter and Jesus.


Epigraph from Matthew

Seeing the water being turned into wine was truly impressive. But when the groom found out what had happened, he ran to thank Jesus. He gave Jesus the best food. So that he would have a peaceful trip back. And so would we. How many more miracles will Jesus perform and what awaits us on this mission? Something tells me that these will not be peaceful times.


Chapter 4 >>

_____________________

¹Available at: <https://www.vatican.va/archive/ENG0839/__PXA.HTM>. Accessed on 4/3/2025.

sábado, 25 de abril de 2026

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Capítulo Anterior: https://fanficsenovelas.blogspot.com/2026/02/na-velocidade-do-amor-cap-0.html

Dias depois

No Meketrefe...

— Ruaney!

— Dona Liliane Amaral! Em que posso ajudar?

— Primeiro esquece esse dona. Pode me chamar de Lilly. Ruaney, eu tive a impressão que o senhor está perdendo uns contratos.

— Sem esse senhor. Mas eu não perdi nada não.

— Cinco duplas que você agenciou disseram que agora estão sem agente.

— Isso é...

— Só tem um jeito de você manter o João Raul.

— Qual?

— Agenciando a Agrado. — Ele engasga. — E pode levar a Duda junto olha só.

— Lilly, eu vou arrumar uma briga com o grupo Alaor Amaral.

— Com a Naiane. Não com o grupo. Eu posso convencer o meu irmão.

— Olha! Eu não quero arrumar uma briga com a família Amaral.

— E se você flexibilizar o contrato do João Raul?

— Essa ideia. Eu acho que posso fazer.


Semanas depois...

— Zeca, essa ruga nova aí! O que é?

— Ah Lilly! O Paraguai quer passar o ponto do Meketrefe.

— Quanto ele quer? — Zeca mostra a conversa no celular. — Eu não tenho esse valor. Por que ele quer vender?

— Porque não tem lucro.

— Também passei umas crises com a oficina.

— Lilly, depois do primo do Palhares. Você nunca mais teve ninguém?

— O Adilson.

— Quão perigoso ele é?

— Muito. Pra ele me deixar em paz eu tive que dá um carro pra ele.

— Só isso?

— É só o que eu posso contar. Seu Walmir, está caindo na lábia dele?

— Está. Lilly, por que você não conta a verdade pro João Raul?

— Depois de tantos anos. O menino cresceu sem mãe. É uma dor tão grande que não tem como remediar.


2007

Distrito de Bem Querer...

— Quer um sorvete?

— Quero, mas não tenho dinheiro.

— Eu pago pra você. Depois me acerto com o Walmir.

— Conhece meu pai?

— Desde que você era bebê. Moço, dois sorvetes de chocolate. — Ela pega os sorvetes e coloca na mesa. 

— Moça, você conheceu minha mãe?

— Raul, você sente falta dela?

— Muito. Meus amiguinhos todos tem mãe.

— Quando você precisar dela ou de qualquer coisa. Pede pra mãe de Jesus. Nossa Senhora sempre ajuda seus filhos.


2018

Catedral de Brasília...

— Nossa Senhora, me ajuda! Como posso ajudar meu pai? Ele arrumou mais uma dívida. O que eu faço?


Dias depois...

— João Raul, vamos fazer uma turnê pelo Brasil.

— Ruaney, que bom. Você deu algum adiantamento para o meu pai?

— Não. Dessa vez quem o ajudou foi Nossa Senhora. Você acredita que ela mandou um envelope de dinheiro para ele?

— Ela sempre faz isso.

— Sempre?!

— Sempre.

— João Raul, tem alguém que ajuda vocês. Não seria a sua mãe?

— Minha mãe?!

— Ela não te deixou sem leite. Esses envelopes de dinheiro sempre apareceram. Eu acho que sua mãe nunca quis lhe abandonar.


2026

Casa de João Raul...

— Fala minha Nobreza! — João Raul está concentrado olhando uma foto e o celular. — FALA MINHA NOBREZA!

— Ah! Que susto, Bara! 

— O que tem esse celular?

— Esse menino da foto não parece comigo pequeno?

— Muito. Ele é seu irmão?

— Estou começando a desconfiar disso.


 
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