Capítulo Anterior: https://fanficsenovelas.blogspot.com/2026/06/heranca-de-amor-2-capitulo-15.html
Na pensão de dona Margarida...
— O que foi Sônia?
— Dona Margarida, estou passando muito mal.
— Estás grávida?
— Estou. Por isso vamos mudar.
— Sônia, parabéns!!!
— Obrigada.
Na Confeitaria...
— Lilly, eu preciso te contar uma coisa.
— Pode falar, mãe.
— Esse é o endereço do seu pai. — Ela entrega um cartão postal para Lilly.
Na Prisão...
— Ernesto e Celso, hoje vocês serão transferidos para a casa de detenção.
— Delegado, obrigado por tudo.
Na Casa de Detenção...
— Sandra, visita para você.
— O que você está fazendo aqui? Veio me roubar as joias de titia?
— Não. Você me deixou na Bolívia com o Matheus e sumiu. Deixei o menino com a sua irmã.
— Eu não sirvo para ser mãe. Nem a baronesa.
— Que baronesa?
— Ela. — Sandra aponta para a parede. — Ela disse que você não gosta dela. Por que ela é parecida comigo.
— Você está igual a Chavela.
— Aquela sua vizinha na Bolívia?
— Ela mesma.
Na Fábrica...
— Policarpo, você vai ser garoto propaganda. Quer dizer burro propaganda das chocolates Bombom. — Ele responde que gostou. — Sabia que você ia gostar.
Semanas depois...
No Palácio Dançante
— Lilly, eu fico muito feliz por ter sido convidada para o casamento.
— Dona Eponina, a senhora sempre me tratou tão bem.
— Agora que você sabe a verdade. Pode me chamar de tia.
— Tia Eponina! — As duas se abraçam.
— Engenheiro Pandolfo, que prazer conhecê-lo.
— Professor Asdrúbal, muito obrigado.
— Doutor Eduardo, gostaria de ter lhe conhecido antes.
— Meu sogro, eu também. Eu prometo que vou cuidar muito bem da sua filha.
— Eu estou apostando nisso. É a minha única filha.
No dia seguinte...
— Dona Cunegundes, a senhora tem mesmo que ir?
— Tenho Franjinha. Vender o dancing para a televisão foi um grande negócio. E quer saber de um negócio?
— Sim.
— Eu nasci para ser prefeita. Quando nós fazemos o que gostamos não ficamos amargurados. A amargura desperta a nossa pior versão.
— Vamos espantar a amargura cantando?
— Vamos cantar a música do meu musical.
Na loja de Haydée...
— A senhorita está brincando de modelo?
— Estou. Mas nessas revistas não tem modelos negras.
— E nem pobres. Yasmin, quando eu era pequena eu queria ser modelo igual a das revistas.
— Mafalda, por que desistiu?
— Minha tia dizia que eu não tinha altura. Claro! Eu era criança. E depois passou o sonho.
— Por que não tenta agora?
— Agora eu tenho meus filhos para cuidar. — Haydée estava ouvindo a conversa das duas:
— Mafalda, você pode ser modelo da minha loja.
— Da loja?
— Sim. Estava falando com o Tales. De fazer uma propaganda da loja na televisão.
— Eu na televisão?
— Sim.
— Mamãe, posso ver a gravação?
— Claro! Meu amor.
Na TV Paraizo...
— Tales, eu fiz as contas. Esse é o valor por um minuto de comercial.
— Miguel, é um valor...
— Tales, o seu Tunico da Chocolates Bombom queria pagar muito mais.
— Miguel, é melhor eu deixar a parte financeira contigo.
Uma semana depois
Na Rádio Paraizo...
— Notícia de última hora. Juscelino Kubitschek foi eleito presidente do Brasil.
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