segunda-feira, 31 de agosto de 2026

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<< Capítulo 11

No apartamento de Agrado...

Ficam no apartamento Valmir, Irene, Agrado, João Raul, Rena e Lilly. Irene pergunta:

— Lilly, por que você não teve o João Raul nos Estados Unidos?

— Irene, eu fiquei com medo. De acontecer alguma coisa e eu não poder trazê-lo para o Brasil.

— Que coisa?

— O John era engenheiro de uma equipe da Nascar e por muitas vezes ele mesmo testava os carros. Logo no início do nosso casamento ele sofreu um acidente. E lá é cada adulto por si. Eu pensei que tendo o filho aqui minha mãe me ajudaria.

— Mas como você conheceu o John?

— Eu fui para os Estados Unidos para fazer intercâmbio. E próximo do curso tinha uma universidade. E eu sempre cruzava com o John na rua. Um dia estava chovendo muito e me abriguei no mercado. E fiquei passeando por entre as prateleiras fingindo que ia comprar alguma coisa, mas tava só esperando a chuva passar. Então ele me perguntou em inglês:

— Não vai comprar nada?

— Estou vendo os preços primeiro.

— Você não é americana, né?

— Não sou. 

— Você pode esperar a chuva passar. Não quer tomar um café daquela máquina?

— Aceito. — Os dois vão até a máquina. Ele pega dois cafés. — Obrigada.

— Fazendo intercâmbio?

— Sim. Meu sonho é ser cantora.

— O meu é ser piloto do automobilismo. Eu vou assistir uma corrida amanhã, quer ir comigo.

— Quero. — Ela continua narrando a história. — Sim. Irene, eu não devia aceitar assim. Mas além de ele ser lindo. Ele era mais bonito que o João Raul.  — João Raul:

— Vô Jonah disse que eu era igualzinho meu pai. 

— Sim, mas ele era mais bonito. Pelo menos aos meus olhos. Nós fomos nessa corrida. E no final ele conseguiu falar com o dono de uma equipe. Duas semanas depois ele estava fazendo estágio naquela equipe e estávamos namorando. Eu pedi para fazer faculdade de administração nos Estados Unidos e consegui.

Ele terminou o estágio. Virou engenheiro da equipe. E um ano depois nos casamos. E logo eu fiquei grávida. A família dele morava do outro lado do país. O pai dele é dono de uma gravadora. Eu vim para o Brasil ter o João Raul. Ele ficou muito preocupado, mas concordou.

O João Raul nasceu. Minha mãe não deixou eu ficar com ele. E mandei uma carta para John. Ele me disse que viria para resolver. Mas ele sofreu um acidente gravíssimo testando um carro. Minha sogra me mandou telegrama, carta, sms, e-mail enfim. Ela não queria que a informação se perdesse. Depois ele faleceu perguntando pelo filho.

Meses depois meus sogros vieram para o Brasil para me ajudar a resolver a situação. Mas o Ruaney e a esposa tinham registrado o João Raul como filho deles. E depois o Valmir. Como ia provar que o menino era meu filho com três registros de nascimento?

Meu sogro, meu pai e os advogados estudaram todas as possibilidades. Não encontramos solução.  — João Raul:

— Mãe, você disse que meu avós não sabiam que você tinha me abandonado.

— Eles souberam depois e não houve nada que eles pudessem fazer. Como ia te explicar isso naquele dia?

— Por isso no dia do DNA o vô Jonah mal conseguia falar. Eu quero falar mais com ele. Vamos vê-lo, logo!

— Vamos!


No outro dia

Na rádio Estrela do Cerrado...

— Bom dia! Bom retorno! Aqui é Palhares Leite e começamos o programa com uma notícia triste. Esta noite um carro se chocou com um caminhão na rodovia que liga Goiânia a Bom Retorno. Os dois integrantes do carro faleceram no acidente. Mais notícias ao longo da programação. Vamos ouvir Menino da Porteira na voz de Daniel.

Continua...


sexta-feira, 28 de agosto de 2026

  << Capítulo 10 No apartamento de Agrado e João Raul... (...) — Falta uma pessoa e já jantamos. Nayane pergunta: — Quem? — Jacutinga....

 

<< Capítulo 10

No apartamento de Agrado e João Raul...

(...)

— Falta uma pessoa e já jantamos. Nayane pergunta:

— Quem?

— Jacutinga.

— Ding! Dong! — Jacutinga entra.

— Minhas muito boas noites! — Todos olham pra ele com cara de novela errada. — Boa noite, desculpa a brincadeira! — Uma cara de alívio.

— Jacutinga, por que nos chamastes.

— João Raul, Nayane, Agrado e Eduarda vocês encontraram um concorrente a altura. Nem vocês conseguiram cem mil visualizações tão rápido. E precisamos decidir o que fazer. — Leandro pergunta:

— Jacutinga, podemos fazer um clipe juntos para bater essa pessoa?

— A ideia é boa, mas o vídeo foi feito com IA. 

— Jacutinga, um vídeo de IA que o engajamento é muito menor. Conseguiu quebrar a Internet?

— Sim, Nayane.

— Eu quero vídeo de IA também. — Alana pergunta:

— Não seria melhor trazer esse cantor para a empresa?

— Temos um probleminha. Ele é menor de idade.

— Parem de falar de mim como se eu não estivesse aqui.

— Renan, eu ainda acho que você é muito novo para a carreira musical.

— Laurinha, eu comecei com a idade dele.

— João Raul, na sua época não precisava da Internet.

— Mas ele já quebrou a Internet. — Lilly diz:

— Quebrar a Internet é algo momentâneo. Você quer ficar na Internet como a Nayane? Quer fazer turnê como João Raul? Ou quer esperar fazer 18 anos, como sugeriu a Laurinha? — Cada um da mesa dá uma resposta. Renan pergunta:

— João Raul você me acha muito novo?

— Renan, não foi fácil. Eu não sei pensar em outra vida. Mas eu não vivi a adolescência como os meus amigos da escola. Não pude ir no cinema. Subir na goiabeira depois da aula. Fazer aula particular de química para melhorar as notas. Fazer um curso de mecânica.

— Como?

— Meu sonho era correr na fórmula 1 igual o Felipe Massa. 

— Por essa eu não esperava. — Nayane diz:

— Primo, você pode não fazer nada com tudo isso. Mas eu se fosse você aproveitava o hype e fazia uns vídeos. — Esteban diz:

— Renan, você pode fazer uns vídeos. E depois começar a fazer shows. — Duda:

— Você pode continuar fazendo vídeo de IA. — Laurinha:

— Eu acho ele muito novo para decidir  — Lilly:

— Então eu decido. — Um silêncio se faz na sala por um minuto. — A Nayane pode fazer a dancinha da música do Renan. O Renan pode participar dos vídeos da Nayane. Pode dar entrevista. Mas antes dele decidir se vai fazer uma carreira ou não... Ele vai acompanhar o João Raul. Não para trabalhar, mas para ver de perto a realidade. E sem tirar nota baixa na escola. 


Na Estrela do Cerrado...

— Boa noite, Bom Retorno! Está no ar seu programa: o Brilho da Cerrado. Hoje com uma convidada especial. Talita! Bem vinda!

— Oi Taliters! Oi ouvintes! É um prazer está no seu programa Lorena.

— Obrigada. Talita, uma curiosidade do nosso público. Como começou o Close da Talita e da onde veio a ideia de empreender na Internet?

— Lorena, eu sou jornalista de formação. E sempre gostei da parte cultural e da vida das celebridades. Mas precisei vir para Bom Retorno cuidar da minha avó. Ela foi professora até 2017 mais ou menos. Professora Noêmia. Ela teve um AVC que deixou séquelas físicas em 2018. 

Em 2020 ela foi uma das primeiras vítimas da... Não pode dizer o nome porque a live cai. Mas vocês sabem. Então fui para Internet contar minha opinião sobre as coisas, mas acabei me tornando o canal mais acessado da região. E transmite algumas notícias. Entrevistei os candidatos a prefeito. Virei o entretenimento visual da cidade. Daí não parei mais.

Mas a ideia veio de sair do tédio de ficar o dia inteiro em casa.


No Zuzanete...

— Aaaaaaaaa.... Consegui!

— O que foi?

— Seu Alaor, Zuzu, consegui marcar um encontro com a Amelinha.

— Parabéns!!!

— Mas o que eu faço agora?

— Ir na barbearia refazer o visual. Colocar sua melhor roupa.

— Será que dá tempo até sábado?

— Hoje é terça.

— O tempo nesse lugar não passa...


No apartamento de Palhares...

— Cinara, você quer pedir uma pizza?

— Estou sem fome, Palhares. Eu quero um bom banho e um chá de camomila.

— Eu faço o chá. — Cinara entra no banho e Palhares conversa sozinho. — A mãe dela serviu de laranja a vida inteira. Será que ela vai conseguir falar com o delegado?


No apartamento de Agrado...

— Mãe, antes de você começar a me empresariar. Eu quero ir para os Estados Unidos conhecer a família do meu pai.

— Claro! Mas se quiser que o Renan vá junto tem que ser antes das aulas começarem. — Jacutinga:

— Agora que estamos decididos podemos comer?


Na Estrela do Cerrado...

— Talita, muito obrigada pela entrevista. E não percam o próximo Close na Talita! — A vinheta do programa toca. Talita se despede e saí da rádio junto com o Bará. — Ricardo já tem a pauta de amanhã?

— Sim. Você vai entrevistar a Ana Castela por vídeo chamada.

— Perfeito! Muito obrigada.

— Íris... Digo Lorena. Você e o Palhares...

— Ricardo, eu fui casada com um bandido. É normal que meu primo não queira falar comigo. Nem meu irmão que está preso não quer. Amanhã preciso substituir alguém?

— Não.

— Lhe vejo à noite então. Durma bem!

— Você também!


Na Estrada para Bom Retorno...

Um barulho de carro freando. Uma buzina de caminhão. Uma batida de carro e um capotamento.

quarta-feira, 26 de agosto de 2026

  << Capitolo 6 — Maddalena! Giovanni! Svegliatevi! — Si svegliarono entrambi di soprassalto. — Andiamo a casa di Cleofa. Tornammo a c...

 

<< Capitolo 6


— Maddalena! Giovanni! Svegliatevi! — Si svegliarono entrambi di soprassalto. — Andiamo a casa di Cleofa.

Tornammo a casa di Cleofa. Maria non voleva mangiare e rimase in silenzio, meditando sui salmi nel suo cuore. Appena sorse il sole, chiamò Giovanni:

— Sì, mamma!

— Dove sono Pietro e Giuda?

— Pietro è andato a fare una passeggiata. E Giuda…

— Giuda?

— Si è pentito del suo tradimento. E ha fatto come gli Zeloti. Siccome ha perso la battaglia, si è suicidato. Proprio ieri.

— Dovremmo pregare per il defunto.

Pregammo un po' con lei. Poi mi misi di guardia alla porta di casa di Cleofa. Un altro tramonto passò. Era il terzo giorno. I discepoli dormivano ancora quando lei uscì di casa da sola e mi fece segno di accompagnarla. Andammo sulla collina vicino al sepolcro.

Lo osservammo; ora c'erano due guardie alla porta, che dormivano. Ci fu una grande esplosione, qualcosa di indescrivibile. Poi Cristo uscì dal sepolcro. Gli angeli cominciarono a cantare:

— Alleluia! Alleluia!...

Si diresse subito verso il monte.

— Madre, tu conoscevi tutta la profezia, eppure hai pregato, vegliato e digiunato. Grazie alle tue preghiere, tutto è andato bene. Grazie infinite!

— Figlio mio, qualunque cosa accada, sarò sempre tua madre.

— Ora avrai molti figli di cui prenderti cura. Compresi gli angeli. — I due si abbracciarono. — Mio padre Giuseppe è accanto al Padre. Parlano di me da tre giorni. — Maria sorrise.

— Ti amiamo moltissimo, figlio mio. Se l'umanità potesse amarti anche solo un po' quanto ti amo io, non smetterebbe di parlare di te.

— Devo incontrare gli altri. Soprattutto Pietro, che si è pentito. — Stava già per andarsene. — Teofilo, accompagna mia madre a casa di Cleofa e poi vieni a incontrarmi. — Tornai con Maria a casa di Cleofa.

Quando arrivammo, Matteo stava dando da mangiare a Cleofa e ai cuccioli.

— Teofilo, ti ricordi quando ho iniziato a seguire Gesù?

— Miao!

— Pensavo che sarebbe stato come per Mosè, che avremmo attraversato il mare e raggiunto la Terra Promessa. Ma in questi anni abbiamo attraversato il mare tante volte. Il mare è malvagio; quando siamo con Lui, lo attraversiamo illesi. Se abbiamo qualche dubbio, il mare ci trascina indietro. Sei d'accordo?

— Miao!

— Ti ricordi quando tornavamo dalla Decapoli e Gesù camminava sul mare, e anche Pietro ci provò? — Ho cercato di imitare Pietro affondando. — È andata proprio così, Teofilo. Anch'io sarei affondato. Avevo ancora tanti dubbi. Oggi so che la Terra Promessa non è qui. È il Regno dei Cieli. Mosè morì e l'angelo del Signore lo portò in Cielo. Anche Elia fu portato in Cielo. Ma dove sono andati gli altri? Io voglio andare in Cielo. D'ora in poi parlerò di Gesù e del Regno di Dio.

— Miao!

segunda-feira, 24 de agosto de 2026

<< Capítulo 9 Em algum lugar do Brasil... — Cinara, você tem certeza que é aqui? — Tenho. Foi o endereço que minha vó me deu. — Um rap...

<< Capítulo 9


Em algum lugar do Brasil...

— Cinara, você tem certeza que é aqui?

— Tenho. Foi o endereço que minha vó me deu. — Um rapaz aparece:

— Boa tarde! A senhorita deve ser a Cinara. Me sigam, por favor! — Cinara e Palhares seguem o rapaz. Ele abre a porta de um escritório. — Fiquem a vontade!

— Obrigado. 

— A madame já vem. — O rapaz fecha a porta e some.

— Cinara, isso está muito estranho.


Na Rádio Estrela do Cerrado...

— Boa tarde! Bom retorno! Eu sou a Lorena Prado e vou acompanhar vocês nesta tarde. Mande uma mensagem aqui para rádio e peça a sua música favorita. O programa A Favorita é um oferecimento da Pecuária Gomes. E a mais pedida de ontem foi: Seu Amor é Minha Estrada de Agrado Garcia e João Raul.


No Zuzanete...

— Ela é boa locutora.

— Zeca, ser locutor de rádio está no sangue dos Palhares Leite. Você não percebe pela voz do Renan.

— Lilly, você tem razão. Ah! Arrumei uma moça para conversar no Sapeca. — Ele mostra o celular.

— A Amelinha prima da Irene. Ela trabalhava lá na fazenda. Eu ensinei ela a falar francês. E não é que ela foi para França. Trabalhou num restaurante e ficou por muitos anos lá. Voltou para cuidar da mãe que estava com Parkinson. A mãe faleceu, passou uns meses ela foi trabalhar para a Zilá e a última notícia que tive dela. Ela estava trabalhando em um restaurante em Brasília. Ela parece entojada, mas tem um bom coração.

— Ah! Por isso a Irene falou para tomar cuidado com ela.

— Ela foi muito machucada. O ex-marido dela não deixou ela ficar com a guarda do filho. — Zeca senta para ouvir a história. — A Amelinha é prima da Irene e da mãe do Gael. E as três são muito parecidas. A Irene é a mais nova das três. A mãe do Gael e a Amélia tem 1 ano de diferença. A mãe delas são gêmeas. A mãe do Gael casou com o Sebastião. E a Amélia com o irmão gêmeo dele o Salomão. 

O Salomão era administrador da fazenda. O homem de confiança do meu avô. Mas muito ambicioso. Quando meu avô faleceu ele divorciou da Amélia. Mandou ela para França e ficou com a guarda do Iago. 

— Aquele primo que é a cara do Gael.

— Ele mesmo. Aí o Salomão disse que a Amelinha tinha enganado ele. E mais umas lorotas. E conquistou minha tia Alma. 

— A que tem a pensão em Bem querer?

— Não. Essa é minha tia Adriana irmã do pai Alaor.

— A tia Alma ela herdou uma fazenda do meu avô na região do Araguaia.

— Ela é irmã das suas mães. 

— Exato. Tia Alma e o Salomão tiveram um filho o Samuel. Ele é três anos mais novo que o Iago e o Gael. Ela tratava o Iago muito bem, mas não como um filho. Quando ela faleceu deixou um carro para o Iago, um para o Salomão e o resto para o Samuel.

— O Iago pegou o carro dele e foi tentar ser peão de rodeio. E conseguiu. Ele compete na liga Nacional faz dois anos. E o Salomão ajuda o Samuel com a fazenda.

— E o Iago fala com a Amelinha?

— Fala, mas ele acha que a mãe abandonou ele. — Iago que ouvia tudo do alto da escada desce correndo:

— Minha mãe não me abandonou?

— Não, Iago. Seu pai não deu autorização para ela te levar para a França.

— Alma me tratava bem, mas não foi uma mãe para mim. Ela dizia que eu tinha uma mãe e que uma mãe sempre entrega o melhor para o filho. A tia Irene me dava os presentes que minha mãe mandava e falava para dizer que foi ela que deu. Meu pai me enganou? — Os três ficam em silêncio.


Em algum lugar do Brasil...

— Cinara!

— Mãe! — As duas se abraçam.

— Me perdoa por te deixar com a sua avó. Mas não dava para te criar nesse ambiente.

— Te perdôo. Mas por que você não saiu daqui?

— Se eu fizesse isso o Giancarlo e a Verônica me matavam. Esse lugar era a fachada para lavar o dinheiro do tráfico de animais selvagens. Eu não sei o que eles fariam com você... Eu preciso me entregar para a polícia. Mas eu tenho medo do que eles podem fazer com você.

— Eles estão presos. 

— Nem todos...


Na rádio Estrela do Cerrado...

— Esse foi mais um: A Favorita. Fiquem agora com o seu jornal vespertino! Te espero no nosso programa noturno: O Brilho da Cerrado. Até mais! — Toca a vinheta e Íris sai do estúdio. — Ricardo, o Palhares não está demorando?

— Ele pediu a tarde de folga. 

— Eu tenho medo de matarem ele e a namorada.

— No que eles se meteram. Eles em nada. Mas mãe dela...


No Zuzanete...

— Boa tarde! — Renan aperta a mão de Zeca e Iago. E abraça a mãe. — Mãe, o João Raul pegou cinco peixes. Eu só consegui um. 

— Filho, pescar exige paciência. Seu avô que gosta de pescar. 

— O João Raul nos convidou para jantar lá hoje.

— Vai lá na Vilma e encomenda seu bolo favorito.

— Está bem. — Ele sai correndo.

— Não vai pedir pra ele não correr?

— Iago, ele já sabe levantar depois de cair. E não chora mais por um arranhão. Ele já chega me pedindo o remédio por que caiu. Ele cresceu rápido de mais. Igual o irmão. Acho que tá na hora de arrumar outro.


Horas depois

No apartamento de Agrado e João Raul...

— Sejam bem vindos!

— Obrigada, Agrado. Trouxemos um bolo.

— Não precisava. Sentem! — Lilly e Renan se sentam. Mas já estavam presentes Nayane, Gael, Duda, Leandro, Laurinha, Esteban, Manuzinha, Malvino, Alana e lógico Agrado, João Raul, Bagunça, Resistência e Patricinha. — Falta uma pessoa e já jantamos. Nayane pergunta:

— Quem?


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sexta-feira, 21 de agosto de 2026

<< Capítulo 8 No Studio do Romântica... — Leandro, vem agora para cá! — Jacutinga desliga o celular. E fala consigo mesmo. — Eu não ac...


<< Capítulo 8


No Studio do Romântica...

— Leandro, vem agora para cá! — Jacutinga desliga o celular. E fala consigo mesmo. — Eu não acredito que ele fez isso.


No Zuzanete...

— Bom dia!

— Bom dia! Acabei de passar um cafézinho.

— Zeca, me serve um, por favor. — Zeca serve o café.

— Seu Alaor, o senhor acredita nesse negócio de Internet?

— Depende do que você precisa dela.

— Queria arrumar uma namorada.

— Olha! Antes de conhecer a Zuzu eu fiz um perfil no Sapeca. A Cinara me ajudou a fazer. — Palhares chega:

— Bom dia! O que tem a Cinara?

— Ela me ajudou a fazer um perfil no Sapeca.

— Eu também tinha. Quer fazer um Zeca?

— Quero!

— Eu te ajudo. Vamos ali naquela mesa. Que o fundo da foto fica mais sóbrio. — Leandro passa correndo por eles. — Tem alguém no Romântica?

— Jacutinga.


No Romântica...

— O que aconteceu?

— Leandro, olha isso! — Leandro vê o clipe de Renan.

— Ficou muito bom!

— Ele fez uma paródia da música que compus com o João Raul e ainda não publicamos. Usou esse programa. — Ele aponta para o computador. — Modificou a voz dele. E fez o clipe com a IA. E subiu pra Internet como música de IA.

— Quantos anos ele tem?

— Treze. A idade que o João Raul começou.

— Será que ele...

— Acho que sim. Você acha que ele tem talento? Ou eu que estou chocado?

— Ele tem muito talento.

— Eu vou falar com a Lilly, mas...

— Mas?

— O que fazemos com o fato dele ter entrado aqui de madrugada?

— Bem. Ele não roubou nada. Deixa a mãe dele decidir.

— Certo. Obrigado, Leandro.


No Zuzanete...

— Tinoooo!!!!

— Oi Talitinha, o que houve?

— Olha isso! — Ela mostra um videozinho para ele.

— De quem é essa gatinha fofa? E como ela tem esse furo? — Palhares pergunta:

— Lorena Prado na Estrela do Cerrado?

— Palhares, é mentira?

— Talita, o que sei é que vão contratar alguém para o programa noturno. E o programa dela lá no Rio de Janeiro era a noite. Faz duas semanas que ela deixou o programa.

— Se nem o Palhares sabe como essa gatinha sabe?

— Ora! A autora da Fanfic contou.

— Zeca, você ainda acha que estamos em uma fanfic?

— Palhares, eu tenho certeza. Se não for verdade que um raio caia na minha cabeça.

— Zeca, se for verdade um personagem vai confirmar o furo da gatinha. — Ricardo entra no Zuzanete:

— Palhares, você não vai acreditar. Lorena Prado foi lá na rádio. Ela vai assumir o programa da noite. Ela é muito linda. — Talita pergunta: 

— Ricardo, conta para mim como ela é? — Íris entra no Zuzanete.

— Ela acabou de entrar.

— Boa noite! Seu Zeca, a chave do meu quarto, por favor.

— Cla... Claro! — Ele dá a chave para ela e ela sobe para o quarto. Palhares pergunta:

— Tem certeza, que é ela?

— Absoluta.

— Ela é a minha prima Íris.

— Babado... Me conta tudo!

— Não, Talita! Não gera like. 


Na Oficina...

— Jacutinga, e se eu largar tudo e empresariar ele?

— Lilly, não era melhor você empresariar o João Raul.


Semanas depois

Dia seguinte do casamento de Eduarda e Leandro...

— Mãe?!

— João Raul, que bom que você veio.

— O que aconteceu?

— Olha esse vídeo do seu irmão! — João Raul assiste o vídeo.

— Ele tem talento!

— Eu quero empresariar ele, mas você perdeu tanta coisa. O que você acha?

— Se você cuidar da carreira dele. Também tem que cuidar da minha.


Em algum lugar do Brasil...

— Cinara, você tem certeza que é aqui?

— Tenho. Foi o endereço que minha vó me deu.


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