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Após o incêndio da Fábrica
Na rádio...
— Magda, você tem certeza do que está me dizendo?
— Seu Lúcio, se eu vender minha parte da rádio. Eu ajudo o Candinho a refazer a fábrica.
— Se você fizer isso. Como vou conter o Ernesto? Fora que o valor não deve ser o suficiente.
— Não é mesmo. O senhor tem razão. Como posso lhe ajudar com o Ernesto?
— O meu plano é o seguinte...
Na casa dos Anjos...
— Nova Patroinha, como vai a reforma?
— Parada. Sem dinheiro não consigo continuar. Zenaide, e se eu...
— Você?!
— Pedir um empréstimo.
— O problema é como iríamos pagar.
— Tens razão.
Dia depois...
Na pensão de Margarida
— Magda, por que você não foi morar na casa de Candinho com o seu irmão?
— Dona Margarida, eu acredito que é gente de mais na casa dele. E eu quero minha independência.
— Você tem algum pretendente?
— O detetive Jack. E tem outra coisa.
— O quê?
— O ex-noivo da Sandra deixou o Matheus com a minha prima Doralice.
— Você quer cuidar do menino?
— Sim. Mas pra isso preciso casar e ter uma casa.
— Está certa.
— Falando nisso. Será que a prima Doralice e o Matheus podem passar o Natal aqui?
— Claro! Será uma alegria.
Na confeitaria...
— Lilly, obrigado por aceitar meu convite.
— Magina, Thales. Mas o que queria me dizer de tão importante?
— Lilly, quer casar comigo?
— Quero, mas tem algo que queria fazer?
— O quê?
— Adotar as crianças da Casa dos Anjos.
Antes do incêndio
Na Casa dos Anjos...
— Eu também fui criada do jeito que vocês foram.
— Tia Lilly, você quer ter filhos?
— Claro, Denguinho.
— E sobrinhos?
— Tem o filho do Quincas e o filho do Candinho.
— Queria tanto que o Candinho encontrasse o filho dele.
— Samir, eu encontrei. Mas não encontrei o Candinho.
— Vai conosco na festa do Junior e do Picolé.
— Eu preciso trabalhar. Se não a casa não fica pronta.
— Eu vou pedir pro Candinho vir aqui.
— Obrigada, Samir.
Hoje
Na confeitaria...
— Eu quero poder ajudá-los.
— Você sabia que o Samir era filho do Candinho?
— Sim. Os pais do Simba morreram em um acidente. A mãe da Denguinho trabalhava no Dancing. O pai do Aladim está em um hospício. De tão inteligente ficou louco. Ou assim as pessoas pensam. A mãe da Felícia trabalha em um navio. E a mãe da Jasmim teve que deixá-la para mudar de vida.
— Eles não tem culpa.
— Thales, eu sei o que eles sentem. Todos tem direito a uma família.
— Lilly, eu entendo. Mas não é possível adotar todos.
— Deve haver uma maneira.
— Eu prometo que vou pensar.
No Hospício do Doutor Carneiro...
— Qual seu nome?
— Medeia, e o seu?
— Miguel. Você não parece louca.
— Estou aqui injustamente e você?
— Eu surtei de tanto estudar.
— Isso é possível?
— Infelizmente. Mas fico preocupado com meu filho. Ele deve estar em um orfanato.
— Eu perdi minha filha por conta da loucura. Qual o nome dele?
— Gabriel e o dela?
— Era para ser Gabriela, mas ela foi criada como Lilly.
— Você se encontrou com ela?
— Não tive coragem. Mas ela pode nos tirar daqui.
— Você tem o endereço dela?
— Tenho.


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