sábado, 7 de fevereiro de 2026

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Herança de Amor - Capítulo 7

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No Sítio Dom Pedro II...

— Foi aqui que achei as esmeraldas.

— Lilly, veja aqui.

— Parecem ser elas.

— Vamos extraí-las!

— Vamos. — Os três exploram a mina.


Dias depois

Na Rádio...

— Magda, você vai mesmo?

— Vou sim. E vou levar o filho de Sandra comigo. 

— Minha irmã, você ficará bem?

— Vou ficar. Cuide da baronesa.

— Pode deixar.


Horas depois...

Na pensão de Margarida

— Boa tarde, dona Margarida. Como vai?

— Vou bem, Lilly e você?

— Estou bem. A senhora teria uma vaga para o seu Miguel?

— Claro. Aqui está a chave. — Miguel pega a chave e sobe para os quartos.

— Foi ele?

— Eu acho que ele é o pai do Aladim. Ele ajudou a minha mãe a fugir do hospício. Mas o Quincas e a família dele não pode saber.

— Pode deixar. Mas e o rapaz?

— O Aladim é um menino.

— Não. O rapaz que você está namorando no lugar do Thales.

— Como assim? Eu estou noiva do Thales.

— A Zulma veio aqui e disse...


Na casa de Estela...

— Thiago!!!

— Bela!!! — Os dois se abraçam.

— Ela está no quarto. — Os dois vão para o quarto.

— Como a senhora, está? 

— Estou bem. Trouxe meus netos?

— Estão no hotel. Vim conversar com a senhora primeiro. 

— Anabela, eu posso conversar a sós com o seu... irmão.

— Claro, mamãe. — Ela abraça a mãe e sai.

— Quase disse tio.

— Foi. Eu estou muito fraca...


Na Pensão...

— Essa Zulma. E agora o Thales já deve estar com outra. — Ela tira a aliança e guarda na bolsa. — Se ele quiser amanhã conversamos na Rádio.

— Eu vou falar com ele.

— Muito obrigada, dona Margarida.


Na confeitaria...

— Estela, a mamãe gosta de quindim?

— Gosta. Vamos levar uma caixa. E levar suspiros para o Thiago.

— Estela, podemos ver o Celso?

— Um outro dia. Hoje vamos ficar com a mamãe e com Thiago.


Na casa de Candinho...

— Quitéria, você sempre trabalhou aqui?

— Picolé, antes de trabalhar para dona Anastácia eu trabalhei no camarim do teatro de revista.

— E você pensou em ser artista?

— Não. Nunca pensei.

— Já se apaixonou?

— Já. Mas logo vi que não era homem que prestava.


No outro dia 

Na Rádio...

— Eu comprei metade da parte da Magda e o Ernesto comprou a outra metade.

— Seu Lúcio, não é pior assim?

— Ela casou com o detetive. Deu o dinheiro para o Candinho. E mesmo assim não é o suficiente.

— Essa situação da fábrica.

— Eu preciso achar outro patrocinador para rádio.

— Seu Lúcio, e o programa da manhã.

— Amanhã a Lilly volta da licença.

— Ela volta?

— Thales, sua noiva não disse que ia ver a mãe?

— Não, a Zulma disse que... Será que ela me enganou?

— Provável... Amanhã vocês se entendem.

— Eu acho que vai ser difícil.

— Por quê?

— Eu acreditei nas palavras da Zulma e...

— Arrumou outra?

— Foi...

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