sexta-feira, 15 de maio de 2026

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Herança de Amor 2 - Capítulo 11

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No Palácio Dançante...

— Que chique! Você já pensou em trabalhar na rádio? — Mirtes responde a Lourival:

— Já! Mas eu queria mesmo era apresentar o musical da dona Cunegundes no Teatro Municipal.

— A ideia não é ruim. — Eles escutam o estouro vindo da rua.

— O que foi isso? — Os dois saem na rua. E um dos postes de luz está pegando fogo. — Vou ligar para os bombeiros. — Mirtes volta para o Dancing e liga para os bombeiros.   


Minutos depois

Na Confeitaria...

— Estou muito feliz que vocês estão comprando a confeitaria.

— Também estou muito feliz. Eu posso fazer uma alteração?

— Claro, Quitéria!

— Professor, eu queria que a confeitaria se chamasse: Grandiosa.

— Que belo nome, Quitéria!


No Hospital

— Lilly, o que a traz aqui?

— Uma cólica terrível. O senhor pode me dar aquele remédio que vai na veia?

— Vou lhe examinar primeiro.


Na delegacia...

— Simba!

— Oi, Padrinho! O Candinho me adotou.

— Fico feliz que um homem bom lhe adotou.

— O doutor Araújo veio falar com o Celso e me trouxe. Pediu para lhe entregar isso. — Simba entrega uma carta para Ernesto.

— Caro Ernesto,

espero que você esteja bem. Soube que encontrastes o seu padrinho e herdastes a rádio Paraizo. Hoje que recebi suas cartas. Eu fui em uma missão para Amazônia. Não sei se a Zulma recebeu minha última carta. Voltei há algumas semanas. Passei na pensão que morava recebi suas cartas pedindo um advogado. E recebi um telegrama dizendo que a Zulma faleceu. Participei da missa de sétimo dia. Perguntei pra a Zenaide onde você estava. Se você está recebendo esta carta é porque consegui um advogado para você.

Assim que conseguir um emprego em São Paulo eu vou lhe procurar. Um abraço fraterno.

Eduardo Dias

— Ele é médico?

— Sim. Se existe algo bom na minha vida... é ter ajudado meu irmão a estudar para ser médico. Ele foi médico lá no Rio de Janeiro. Conheceu uma cantora se apaixonou. Não deu certo. Ele foi pra essa missão e perdemos o contato. Mesmo assim mandei cartas. Simba, ame seus novos irmãos!


No Hospital...

— Vai demorar uma meia hora esse soro.

— Obrigada, Magali. — Eduardo entra na enfermaria. Olha Lilly e pergunta:

— O que aconteceu?

— Estou bem. Aquele problema de sempre. Está trabalhando em São Paulo?

— Comecei hoje. Doutor Túlio está me ajudando.

— Bem vindo de volta!

— Obrigado.


Na Fábrica de Biscoitos...

Pelo que entendi a fábrica está muito bem, Candinho.

— Que bom, Haidê. Mas eu vou poder continuá cuidando da fábrica?

— Vai sim. Mas o Policarpo ainda está atrelado a fábrica.

— O doutô Araújo disse que vai resolver isso. Eu queria fazer a fábrica vender pipocas também.

— Uma ideia interessante.


Na Rádio Paraizo...

— Margarida, você quer que eu faça a próxima mocinha?

— Sim, Olympia. 

— E as mulheres fortes que você escreve?

— Essa ela vai ficando forte conforme ela vai vivendo.

— No começo ela é a donzela indefesa.

— Exato!

— Margarida, você me surpreende. Gostei! — Tales entra na sala.

— Dona Margarida, chegou esse envelope para a senhora. 

— Obrigada, Tales. — Ela abre o envelope. — Outra rádio novela.

— Por que as pessoas não querem assinar os textos?

— Olympia, são mulheres que por algum motivo não podem assinar.

— O bom é que elas escrevem parecido contigo.

— Sim. Talvez nem seja o estilo delas, mas foi a melhor forma que elas encontraram.

— Com o falecido autor acontecia a mesma coisa.


No Palácio Dançante...

— Lourival, pode ser daqui quinze dias?

— Perfeito, Vermelho! Muito obrigado.

— Por nada. — Lourival saí. 

— Vermelho, os bombeiros resolveram tudo bem rápido.

— Sim. Mirtes, você não gostaria de ir na confeitaria comigo?

— Claro!


Minutos depois

Na Confeitaria...

— Vermelho, olha esse bolo!

— Por favor, duas fatias desse bolo e dois cafés. — Os dois vão para uma mesa aguardar o pedido. 

— Por que desse convite?

— Mirtes, eu queria continuar o assunto antes do Lourival nos interromper.

— A moça que você gosta. Como ela é?

— Linda! A moça mais bonita que já vi. Determinada, doce e caridosa. — A garçonete traz o pedido.

— E por que não se declarou para ela?

— Ela tinha um namorado.

— Ah! E agora?

— Ela não tem mais. Mirtes, eu gosto de você.


Próximo capítulo:

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