Capítulo Anterior: https://fanficsenovelas.blogspot.com/2026/02/heranca-de-amor-capitulo-7.html
No Outro Dia
Na Rádio...
— Lilly!
— Tales!
— Eu acreditei nas palavras da Zulma.
— Você está com a Carmem?
— Estou. Me desculpe.
— Se o amor que você sentia acabou com uma mentira. Como iríamos casar?
— Ia ser um fracasso. Me perdoa?!
— Perdôo. Amigos?
— Amigos.
Na Pensão...
— Bom dia! Dona Margarida, a senhora teria um ferro de passar roupa?
— Claro! Pode usar, Miguel. Posso saber onde irá?
— Na escola procurar emprego.
— Você é professor?
— Professor de matemática.
Dias depois...
Na pensão de Margarida
— Esses meninos falando de ser adotados.
— Será que meu filho está entre eles.
— Professor Miguel, você tem um filho?
— Me separaram dele quando me levaram pro hospício.
— Por que te levaram para lá?
— Porque eu queria fazer um carro movido a álcool.
— Álcool?!
— Sim ele pode fazer o processo de combustão do que a gasolina. E não precisa ficar extraindo petróleo.
— Mas não é uma ideia boa?
— Eu só não tenho formação na área pra falar um negócio desses. Sou só um professor de matemática.
Na casa dos Anjos...
— Nova Patroinha, o que você acha que a Patroinha vai fazer com os anjinhos.
— Colocar de castigo. Zenaide, será que sem casar eu posso adotar um anjinho?
— Talvez. Agora que você terminou com o Tales... Não pensa em se apaixonar de novo.
— Zenaide, eu não estava apaixonada pelo Tales. Eu acho que ele que estava por mim.
— Entendi. Mas vocês chegaram a...
— Não. Eu só me apaixonei uma vez.
— Por quem?
— Você não conhece ele... E o Sabiá?
— O que tem ele?
— Vai dar casamento?
— Talvez...
— Você adotaria um anjinho?
— Claro! Por que você está falando isso?
— Precisamos desfazer esse orfanato. Ou vamos arrumar problemas com a prefeitura.
Na Rádio...
— Essas crianças... Lúcio, mexeu comigo.
— Comigo também.
— Será... Eu devo estar muito mexido.
— Lourival, está querendo casar?
— Talvez... A verdade é que estou apaixonado pela Dita.
— Ô meu amigo, se apaixonar por quem não gosta da gente. É tão difícil...
Na confeitaria...
— Dona Quitéria, a senhora comprando meus doces?
— Eu não vou dar conta de fazer em tão pouco tempo. E o seu Candinho também adora os seus doces.
— Eu vou vender a confeitaria.
— Por quê?
— Meus filhos casaram e meu marido aposentou. Estamos querendo ir para uma casa menor no interior. E envelhecer com calma.
— Faz bem. Por curiosidade quanto vocês querem na confeitaria...
No Palácio Dançante...
— Petit Rouge, o que aconteceu?
— Minha prima me pediu dinheiro emprestado.
— Sua tia piorou?
— Faleceu...
— Meus sentimentos.
Na Rádio...
— Lúcio, por que me chamou aqui?
— Recebi uma novela anônima. Quer ler?
— Claro! — Ele entrega o envelope. Margarida tira um pouco o envelope e lê o título. — Fascinação. Nome forte.
— Se for boa. Pode ser a próxima radionovela?
— Pode. Quero ver bater Xica da Silva.
— Será que foi o mesmo autor de Herança de Amor?
— Eu só li o primeiro capítulo. E acho que é dele.
— Dela.
— Dela?
— Magda.
— A Magda... Eu nunca desconfiei.
Na Casa de Estela...
— O que você está fazendo aqui?
— Eu...


Nenhum comentário:
Postar um comentário