Capítulo Anterior: https://fanficsenovelas.blogspot.com/2026/05/heranca-de-amor-2-capitulo-11.html
Na Confeitaria...
— Mirtes, eu gosto de você. — Mirtes fica parada como se tivessem congelado a cena. — Eu te amo!
Na outra mesa
— O que você acha desse bolo para nossa festa de casamento?
— Sabiá, adorei esse bolo de chocolate branco.
— Será que daria pra fazer meio bolo de cada sabor?
— Ótima ideia!
Na mesa de Mirtes e Vermelho
— Mirtes, você está bem?
— Vermelho, eu não esperava. Eu não consigo corresponder o que você sente. Mas também eu não estou sentindo nada por ninguém.
— Me dê uma chance? Eu amo por nós dois.
— Lhe dou uma chance. — Vermelho pega na mão dela com muito carinho.
Horas Depois
Na Pensão...
— Doutor Túlio, será um prazer hospedar o doutor Eduardo.
— Obrigado, dona Margarida. Como médico e como um homem mimado, eu não sei me virar sozinho. — Ela ri.
— Doutor Eduardo, o senhor fique à vontade. Daqui quinze minutos eu vou servir o jantar.
— Muito obrigado. — Ele vai até o seu quarto e volta depois de quinze minutos. — Boa noite!
— Boa noite! A partir de hoje o doutor Eduardo irá morar conosco aqui na pensão.
— Bem vindo, doutor! Eres solteiro?
— Olympia!
— Sem problemas. Eu sou solteiro, mas não pretendo trazer nenhuma moça para a pensão.
— Olympia Castelar, muito prazer.
— Prazer.
Depois do jantar...
— Lilly, não imaginava que moravas aqui.
— Eu já devia imaginar que o doutor Túlio ia te indicar essa pensão.
— Te incomoda a minha presença?
— Não. Mas me cria um maremoto nas minhas lembranças.
— Na minha também.
— Por que foi no cruzeiro com o dono da rádio?
— Dona. Na época Magda era dona da rádio junto com o doutor Lúcio e o doutor Paixão.
— Eu pensei...
— O mesmo que todo mundo.
— Me desculpa.
— Tudo bem.
Na Loja da Haydê...
— Araújo, você vai tirar o Ernesto e o Celso da cadeia?
— Não. Mas talvez amenizar a pena. Agora a situação da Sandra...
— O que tem ela?
— Nem o autor da novela e nem a fanfiqueira da dona dessa blog querem que a Sandra saia da solitária.
— Eles não querem mais contar as maldades da Sandra.
Na Rádio Paraizo...
— Tales, essa história que chegou ontem é maravilhosa.
— Como é, dona Margarida?
— Conta a história de uma enfermeira que faz missão na Amazônia.
— Foi a Estela que mandou?
— Não sei. Mas acho que ela ajudou quem escreveu.
No Sítio Dom Pedro II...
— Dona Cunegundes, dona Cunegundes, dona...
— Fala logo, Maria Divina!
— A senhora ganhou a eleição para prefeita.
— Eu sabia, sabia que ia ganhar! E minha primeira atitude é fazer um posto médico.
— Eu posso trabalhar lá?
— Você?! Jocastra, tu é médica por um acaso?
— Secretária. Quando eu morava no Rio de Janeiro eu era secretária da companhia de viação.
— A senhora que controlava os aviões, dona Jocastra?
— Não. Aviões é Aviação. Viação é Ônibus. Os ônibus que iam para o interior do Rio. Volta Redonda, Seropédica, Petrópolis, Teresópolis et cetera.
— Avião, ônibus, carro nada disso. Vai ser ambulância e consultas. Vai dar conta Jocastra?
— Claro.
Meses depois
No Palácio Dançante...
— A senhorita me concede a honra dessa dança? — Eduardo estende a mão para Lilly.
— Só essa. Que a próxima eu canto. — Os dois dançam juntos.
— Lilly, quer casar comigo?
— Eduardo, mas nós nem...
— Eu não quero esperar mais. Nós já namoramos em outros tempos.
— Falta namorar mais um pouco.
Na Igreja...
— Boa noite! Padre Lucas, eu posso me confessar?
— Claro, Quincas!
— Padre, eu achei as esmeraldas que a Mirtes e a Francine perderam.
— Onde?
— No quarto da minha mãe. Eu coloquei uma bijuteria no lugar. Depois a Francine e a Mirtes roubaram a bijuteria e perderam.
— Você roubou a sua mãe?
— Eu peguei emprestado.
— E você devolveu?
— Não. Eu não peguei pra mim.
— Então pra quem?
— Para minha irmã, a Mafalda.
Próximo capítulo:


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