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2026
Casa de João Raul...
— Muito. Ele é seu irmão?
— Estou começando a desconfiar disso.
— Seu Walmir, andou pulando a cerca?
— Bara, meu pai me adotou. Esqueceu?
— Esqueci. Vai atrás da família do garoto.
— A Família Amaral?
— Ele é o primo de Nayane?
— Sim.
No Meketrefe...
— Eu fui no banco. Eles falaram que é muito dinheiro para me emprestar.
— Só nós dois?! Nós não vamos conseguir comprar o Meketrefe.
— Eu não vou desistir.
Tempos depois...
— Você acredita que o seu irmão cobriu a nossa oferta?
— Pois pode ter certeza que meu pai não concorda com isso. — Seu Walmir entra:
— Boa tarde!
— Boa tarde, seu Walmir!
— Eu posso ter dois dedos de prosa com a senhora?
— Claro! — Zeca saí da mesa, cedendo o lugar para Walmir
— Dons Lilly! O João Raul não esquece a Agrado.
— Qual é o problema da Agrado? Por que ela vendeu a história pra Nayane?
— Ela é uma interesseira, quis crescer as custas do João Raul.
— Ela compôs quantas músicas com o João Raul? Você sabe muito bem que o João Raul não compõe sozinho.
— O que eu fiz de errado?
— Colocou a carreira dele na frente dos estudos dele.
— Foi o que... Eu achei que era o melhor a se fazer.
— A Nayane nunca vai ser a Diana. E agora a Diana vai ser que nem eu. Uma sombra.
— Não fala assim. — Luan ouve tudo do alto da escada da pensão.
— Seu Walmir, não existe dor maior do que amar e não ser correspondido.
— Eu sei. Já gostei muito de uma moça.
— A sua falecida esposa?
— Ela mesma. Se não fosse o João Raul eu não tava aqui hoje não. Foi o melhor presente que você poderia ter me dado.
— Por isso que o senhor joga?
— É.
— O senhor devia fazer terapia. Colocar essa dor pra fora.
— Isso é coisa para doido.
— De médico e louco, todo mundo tem um pouco. Devia pelo menos consultar a dona Nôra.
— Não sei.
— Eu fiquei viúva duas vezes. Eu sei o que eu estou dizendo.
Meia hora depois
Na Casa de João Raul...
— Eu ouvi seu pai e dona Lilly conversando.
— Coisa feia, moço.
— A dona Lilly falou que ela e a Diana estão a sombra da sua vida.
— Mas agora eu sei quem é a Diana.
— A Nayane está fingindo ser a Diana.
— Pera, mas como a Nayane sabe coisa que só a Diana saberia?
— Não sei, mas foi o que eles falaram. E tem mais. Ela acha que seu pai joga por saudades da viúva.
— Ela morreu antes... Faz sentido. Vou concordar com a dona Lilly.
— Será que ela não é sua mãe? O garoto é a sua cara.
— Por que uma mulher rica ia abandonar um filho?
— Já pensou uma Amaral com um filho fora do casamento?
— Faz sentido, Luan. Mas ela podia dizer agora.
— Agora que você já está criado e rico?
— Aí, moço. Quer saber eu vou falar com ela. — Ruaney chega:
— Falar com quem? Temos que passar aquela música.
— Verdade depois eu vou. Você vai comigo Luan?
— Claro.
No Grupo Alaor Amaral...
— Uma pamonharia gourmet?
— Não é sensacional essa ideia?
— Tem duas na cidade. Quando o pai souber disso vai cortar suas asinhas. Me fala a verdade.
— Eu quero que a Janete vai embora da cidade.
— É isso mesmo? Ou você quer que ela termine com o meu cunhado?
— Lilly, é que... Aaaaaa... Eu não suporto vê-la com o Palhares. O que ele tem que eu não tenho?
— O passado.


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