Nos Estados Unidos...
— O Júnior é um carro que tinha esse aerofólio diferenciado para aumentar a aerodinâmica do veículo. — João Raul:
— Ele estava testando esse carro? — Mr. Richardson:
— Não. Daquele carro só temos a miniatura. O nome daquele carro era Richard. Foi meu pai que projetou. Mas o carro estava quebrado. Ele tentou consertar e ele mesmo quis testar. Ele não estava correndo. Mas o freio não estava funcionando.
Ele não parava de pensar em ti e na sua mãe. Seu avô nunca quis levar os pertences dele. — Richardson leva João Raul e Rena para sua sala. E do armário tira uma caixa. Abre e tira um porta retrato com a foto do ultrassom do João Raul. — Ele rezava todos os dias para que você nascesse forte e saudável.
— Você pequenininho.
— Renan, acho que eu era mais bonitinho. — Eles riem. João Raul vê os diplomas, os prêmios, os carrinhos, a foto do casamento dos seus pais e uma carta. — É para minha mãe. Seu Richardson eu vou levar as coisas dele.
No shopping...
— Você acha que minha mãe vai gostar desse?
— O verde escuro combina mais com ela.
— Verdade. Lilly, eu comecei a escrever a música para o álbum principal. Mas... Falta alguma coisa.
— Já pediu ajuda para o João Raul e o Jacutinga?
— Não.
— Você e o João Raul não queriam gravar um álbum juntos? Essa é a hora. Metade das músicas foi o Jacutinga que fez com o João Raul, não foi?
— Foi. Eu acho que ele não aceitaria.
— Se vocês me aceitarem como empresária de vocês. Eu convenço o Jacutinga e o Bara.
No Zuzanete...
— Aí, eu estou com tanto medo. E se alguma coisa der errado.
— Bara, o que vai dar errado? A comida já está pronta. As alianças estão na caixinha.
— E se ela não aceitar. Zuzu, se ela não quiser casar?
— Você continuaria com ela?
— Claro!
— Então... Laga esse medo pra trás, homem!
No Romântica...
— Oi! Jacutinga!
— Oi! Luan! Que bom que você voltou de férias! O Bara te deixou isso. — Ele dá uma agenda para Luan.
— Eu vou ser o novo agente da Ruaney Music!
— Amaral Music! O Ruaney e o sócio secreto venderam a parte deles para o seu Alaor. E a Lilly vai dividir o agenciamento com o Bara.
— E a oficina dela?
— Ela contratou a prima do Leandro para cuidar da oficina.
— A Jaqueline?!
— Isso, eu tinha esquecido o nome dela. Eu não consigo terminar essa música.
— Posso ver? — Jacutinga entrega a folha. Luan lê. Pensa um pouco. — Essa história de amor é tua?
— Não é da Lilly e do pai do João Raul.
— A música só fará sentido se você souber o que ele sentia por ela
— Luan, você tem toda razão.
No Zuzanete...
— Bara, que produção é essa?
— Gostou, Talitinha?
— Amei! Deixa eu filmar. — Ela filma a mesa e a decoração. — Pronto guardei na nuvem.
— Talitinha, eu pedi pra Zuzu fazer Tiramisu.
— Hummm...
No Valmirene...
— Claúdio, esse Ivanildo fez isso com você?
— Fez Rosinha. É cada uma. Esse negócio de aplicativo não dá certo.
— Por que você não vai no forró?
— Eu não sei dançar.
— Vai pra assistir. Tomar alguma coisa. Vamos?
— Eu vou ficar de vela?
— Uma vela temporária, aposto que você saí de lá com alguém.
Na casa de Naiane...
— O que você está olhando?
— Gael, olha o que a Dinda e a Mana compraram para a nenê? — Ela mostra o celular.
— Não é muita coisa?
— Elas compraram vários tamanhos. Gael, quem vão ser os padrinhos da nenê. Por que tem que ser uma madrinha maravilhosa igual a minha.
— Podia ser ela, mas a Laurinha estava até com gravidez simpática.
— A Laurinha e o Steban?
— Sim. Eu perguntei pra minha mãe. A santa da capela que casamos é Santa Catarina.
— Catarina, nome forte gostei. O que você acha?
— Lindo! Igual o nome da mãe.
No Zuzanete...
— Bara! Adorei tudo.
— Que bom! — Bara pega a caixinha, abre e faz o pedido: — Talitinha, quer casar comigo?
— Claro! — Os dois se beijam.
No Forró...
— Boa noite!
— Boa noite, dona Nôra!
— O que está fazendo aí sentado, Claúdio?
— Eu não sei dançar.
— Meu marido também não sabia. Eu conheci ele na quermesse de Bem querer. Ele era muito amigo do compadre, o pai da Zilá, sabe?
— Sei. — Gracinha chega:
— Oi dona Nôra! Posso sentar com vocês?
— Claro! O que aconteceu?
— Torci o pé, quando fui na cachoeira. E a Jaque queria tanto vir. E agora que ela está sozinha na oficina só fala de carro. — Nôra ri. Raysha chega:
— Dona Nôra, a senhora dança comigo?
— Claro! Filha, mas só uma que minha hérnia reclama. — Gracinha:
— Desculpa, nem me apresentei Gracinha.
— Eu sou o Cláudio. Muito prazer! — Ele beija a mão dela.
Nos Estados Unidos...
— Vocês tem mesmo que ir?
— Temos vó. Muito obrigado pela hospitalidade. João Raul, vou sentir tanto tua falta. — Ela abraça o neto.
No Zuzanete...
— Zuzu, o que aconteceu aqui?
— O Bara pediu a Talita em casamento. E você como foi lá?
— Muito bom. Vamos no cinema sábado. Ela é durona, mas ela me trata com tanto carinho. E hoje ela se abriu comigo.
— Estão certinhos. Devagar se chega ao longe.
Na Rádio...
— Íris, eu percebi que você não tinha uma. — Ricardo entrega uma caneca.
— Obrigada. Você é o único nessa cidade que não me olha com censura.
— E por que eu iria censurar?
— Porque eu fui uma golpista no passado.
— Não deixa o passado lhe dominar. Valorize quem está no presente.
Continua...


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