CAPÍTULO 13
Na Casa de Nemesio...
(...)
— O que você faria para protegê-la?
— Pois não dê um passo sem um colete a prova de balas. Assim você poderá ser o escudo humano dela sempre que precisar.
— Eu sei me cuidar.
Dias Depois...
— Roxana, já sabe que é irmã de Ferrer. Por que você está repetindo o café da manhã?
— Eu acordei com uma fome.
— Conheço bem essa fome. — Diz a empregada. — A senhora está grávida.
— Não faz nem quinze dias. Não pode ser.
— Cada um reage de um jeito, senhora. — A empregada saí.
— Não pode ser.
— Se for... E algo acontecer comigo. Coloque o nome dos meus pais na criança.
— Não vai acontecer nada com você.
No Outro Dia...
Na Casa de Aurelio
— Não! Nemesio morreu! Minha irmã deve estar escondida no quarto do pânico. — Aurelio sai para salvá-la.
Na Casa de Gallo...
— Eu como prefeito prometo...
— Gallo!
— Salvador, o que aconteceu?
— O cartel de Milcumbres caiu e Guilhotina também. — Gallo lê o jornal que Salvador trouxe.
— Isso é um caso de traição dentro do próprio cartel.
— Estou com medo da minha tia ser assim.
— Sua tia é a mulher invisível. A função dela é transportar. Ela trabalha para muitos narcos. Se você pagar e oferecer segurança ela trabalha para você.
— Entendi.
Na Casa de Nemesio...
— Silêncio! — Aurelio e seus homens se movimentam devagar. E encontram Daniel com uma arma apontada para eles. Os dois trocam olhares.
— O que veio fazer aqui, Señor de los Cielos.
— Vim buscar a minha irmã.
— Eu não a vi. — Alma sai do quarto de segurança.
— Aurelio! — Ela abraça o irmão. — Daniel, você precisa de um médico?
— Não. Segui seu conselho.
— Aurelio, como podemos ajudá-lo?
— Não se preocupe. Eu resolvo isso. Pegue suas coisas e vamos para casa.
Em Algum Lugar do México...
— Luis, eu não faço nenhum negócio que me apresente algum risco. Você não está preparado para entrar nesse mundo agora. Se fosse o seu pai ia encontrar um novo local de segurança. Organizar esse local e depois voltar aos negócios.
— Achei que você podia me ajudar.
— Eu posso te ajudar a encontrar esse novo local depende de quanto você tem em efetivo.
— Mulher Invisível, sabia que podia contar com você.
Em Algum Lugar do Panamá...
— Chegou a hora de voltar.
Continua...
— Não faz nem quinze dias. Não pode ser.
— Cada um reage de um jeito, senhora. — A empregada saí.
— Não pode ser.
— Se for... E algo acontecer comigo. Coloque o nome dos meus pais na criança.
— Não vai acontecer nada com você.
No Outro Dia...
Na Casa de Aurelio
— Não! Nemesio morreu! Minha irmã deve estar escondida no quarto do pânico. — Aurelio sai para salvá-la.
Na Casa de Gallo...
— Eu como prefeito prometo...
— Gallo!
— Salvador, o que aconteceu?
— O cartel de Milcumbres caiu e Guilhotina também. — Gallo lê o jornal que Salvador trouxe.
— Isso é um caso de traição dentro do próprio cartel.
— Estou com medo da minha tia ser assim.
— Sua tia é a mulher invisível. A função dela é transportar. Ela trabalha para muitos narcos. Se você pagar e oferecer segurança ela trabalha para você.
— Entendi.
Na Casa de Nemesio...
— Silêncio! — Aurelio e seus homens se movimentam devagar. E encontram Daniel com uma arma apontada para eles. Os dois trocam olhares.
— O que veio fazer aqui, Señor de los Cielos.
— Vim buscar a minha irmã.
— Eu não a vi. — Alma sai do quarto de segurança.
— Aurelio! — Ela abraça o irmão. — Daniel, você precisa de um médico?
— Não. Segui seu conselho.
— Aurelio, como podemos ajudá-lo?
— Não se preocupe. Eu resolvo isso. Pegue suas coisas e vamos para casa.
Em Algum Lugar do México...
— Luis, eu não faço nenhum negócio que me apresente algum risco. Você não está preparado para entrar nesse mundo agora. Se fosse o seu pai ia encontrar um novo local de segurança. Organizar esse local e depois voltar aos negócios.
— Achei que você podia me ajudar.
— Eu posso te ajudar a encontrar esse novo local depende de quanto você tem em efetivo.
— Mulher Invisível, sabia que podia contar com você.
Em Algum Lugar do Panamá...
— Chegou a hora de voltar.




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