Capítulo Anterior: https://fanficsenovelas.blogspot.com/2026/04/heranca-de-amor-2-cap-8.html
Na Casa de Estela...
— O que você está fazendo aqui?
— Eu...
— Lilly, aconteceu alguma coisa?
— Eu soube que você vai para Amazônia.
— Vou sim. Você quer vir junto?
— Mais ou menos. Eu estava pensando se você podia me mandar umas histórias de lá.
— Histórias?!
— Sim. Eu queria tentar ser autora de rádio novela. Igual a dona Margarida.
— Entendi. Mando sim. Você vai continuar morando na casa dos Anjos?
— Não. Vou me mudar pra Pensão da Dona Margarida assim que a Zulma se casar com o Candinho.
— Você apoia esse casamento?
— Não.
Na Pensão...
— Pai, eu posso brincar com a minha irmã?
— A Luiza ainda é muito pequena. Joaquim, quando ela tiver maiorzinha vocês brincam.
— Eu fui na gravação do disco da minha mãe e cantei com as crianças.
— Que bom. Já quero ouvir esse disco.
Dias depois...
No Hospital
— Doutor Túlio, qual o estado da Zulma?
— Gravíssimo. Eu não sei se ela sobrevive esta noite.
— Ela foi minha inquilina por muitos anos. Nesses meses todos acabei me apegando a ela.
— Eu entendo, mas da parte médica eu fiz todo o possível.
— Que Deus tenha misericórdia dela.
Na Rádio Paraizo...
— Boa tarde! — Ele espera um tempo. — Boa tarde! — Ele grita. — BOA TARDE!!!
— Paulo, desculpa. Eu não me conformo da Carmem ter ido presa.
— Tales, você ficou sem a Lilly e sem a Carmem.
— Eu me sinto péssimo por ter sido enganado.
— Te entendo. Não quer ir comigo no Palácio Dançante?
— Me distrair um pouco. Seria bom.
Na Delegacia...
— Ernesto, a Zulma sofreu um acidente e se encontra no hospital.
— Ela não conseguiu casar com o Candinho. E não recuperou o filho. — Celso pergunta:
— Filho?!
— Celso, a casa dos Anjos não era um orfanato de verdade. Ela regularizou na prefeitura quando a Zenaide emprestou o nome. Faz uns 5 anos. Até então ela teve várias visitas da prefeitura. Se você me entende.
— Entendo. Mas onde entra o filho?
— Há sete anos atrás a Prefeitura levou todas as crianças para um orfanato. E um dos meninos era filho biológico da Zulma. O apelido dele era Teco ele aprontava todos com um outro menino o Tico.
— Nunca imaginei que a Zulma realmente fosse mãe. E ela não achou mais o menino?
— A dupla fugiu do outro orfanato e ninguém mais soube.
No Hospital...
— Dona Zulma!
— Teco, é você?
— Sou... Eu vi o acidente.
— Teco, eu sou sua mãe de verdade. Eu sinto muito por todo mal que lhe fiz.
— Eu lhe perdôo.
— O que será das crianças que foram na rádio?
— Elas vão ser adotadas.
Na confeitaria...
— Dona Quitéria, o que a traz aqui.
— Eu conversei com um amigo e vamos comprar a confeitaria.
— Ah que bom! Deixa lhe mostrar a cozinha. — As duas entram na cozinha. — Um dos meus segredos é usar leite fresco para fazer os doces. E tenho um ótimo fornecedor.
— Essa cozinha é maravilhosa!
No Palácio Dançante...
— Paulo, parece muito animado por aqui.
— Tales, divirta-se. — Tales dança com Mirtes e Paulo com Francine. — A senhorita está mais bonita hoje.
— Obrigada. Você e seu amigo deveriam vir mais vezes por aqui.
— Nem sempre é possível. Tem muito trabalho na Rádio.
No Hospital...
— Lilly!
— Doutor Lauro, como ela está?
— Infelizmente... — Ela entra no quarto e vê Zulma morta. — Foi uma parada cardíaca, fizemos todo o possível...
— Eu sei doutor. É preciso avisar as crianças. — Estela diz:
— Eu posso avisar.
— Obrigada. Professora, seria muito pedir que traga o vestido que ela mais gosta?
— Claro que não! Eu trago.
— Zulma você vai ter um velório de princesa.
Na Casa da Baronesa...
— Magda me manda uma cartinha achando que vou ter pena e não agirei. Vai sonhando... — A baronesa queima a carta.
Próximo capítulo:


Nenhum comentário:
Postar um comentário