sábado, 23 de maio de 2026

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Na Velocidade do Amor - Capítulo 3

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 No Grupo Alaor Amaral...

— O passado.

— Você queria que eu aceitasse uma traição?

— Ele deu um boa noite cinderela pra ela.

— Dá onde você tirou essa história?

— Você não pediu pro Malvino e pro Raposo dá um jeito nele? Ele disse pro Raposo que foi o boa noite cinderela mais caro que ele deu. 

— E você acredita em Raposo.

— Acredito e tem mais.

— O quê?

— Eu acho que a Agrado é sua filha.

— Aí! Você foi longe demais, Lilly.

— Para com esse negócio de Pamonharia. Deixa, o Zeca e eu comprarmos parte do Meketrefe.

— Não. Eu quero a Janete longe de Bom Retorno.


Horas Depois

Na Oficina Mecânica...

— Boa tarde, João Raul. Vai dizer que essa caminhonete já deu problema?

— Não. Ela tá novinha. Eu vim falar com a senhora.

— Sente-se. Quer um cafézinho? — João Raul senta num banco de Kombi que virou sofá.

— Obrigado. Acabei de lanchar. Dona Lilly, a senhora tem outro filho?

— Você viu a caixa de fotos?

— Foi.

— Tenho sim, mas eu não pude criar. Meu pai não aceitou meu casamento com o John. Ele não queria uma filha falada. Me levaram pra longe da cidade para ter o menino.

— E depois deixaram o menino nas margens do Caturama.

— Eu deixei. João Raul, você consegue entender?

— Entender... Eu até entendo. Mas não concordo. Eu queria ter ficado com a minha mãe e meu pai.

— Você quer conhecer os americanos?

— Eles sabem que você não me criou?

— Não. Eles acham que sumi com você no Mundo. Inclusive você tem a herança do seu pai.

— Eu não quero dinheiro, não.

— E quem disse que é dinheiro. 

— Posso pensar?

— Claro!

— Quem é a Diana?

— Eu não posso contar o segredo dos outros.

— E por que os outros contou para Nayane?

— Não sei. Mas isso me parece troca de segredos.

— E o que eu faço agora?

— Não deixe a Nayane cantar. Aquele vídeo foi montagem.

— Pode deixar. Mas e o namoro?

— Segue seu coração e não a sua memória. E não grava a música.

— Eu só vou gravar essa música com a verdadeira Diana.


Meia hora depois

Na Casa de João Raul...

— Como foi lá?

— Luan, é ela mesmo.

— E o que ela disse?

— Ela perguntou se quero conhecer a família do meu pai.

— E você?

— Queria conhecer. Mas falei para ela que preciso pensar. Eles não sabem que ela me abandonou. Eu não senti raiva dela. Eu não briguei. Eu entendi ela. Eu senti uma paz. 


Na Oficina Mecânica...

— Lilly, o que você quer me dizer?

— Pai, o João Raul sabe que é meu filho.

— Ele vai vir falar comigo. Eu já te disse que me arrependi.

— Eu lhe perdoei, mas não é mais comigo...

— Ele vai terminar com a Nayane por ela ser prima dele?

— Acho que ele nem percebeu isso. Esqueci de dizer que não sou sua filha biológica.

— Depois você conta.

— Pai, posso lhe perguntar uma coisa?

— Lá vem... Pergunte.

— O senhor está gostando da Zuzu?

— Ela é minha amiga, nos jogamos sinuca e conversamos bastante.

— O senhor está fugindo da resposta, porque não parou para perceber o óbvio.


Depois do colapso dos computadores

No Zuzanete...

— Bom dia!

— Bom dia!

— Vocês tem um quarto disponível?

— Temos sim. Qual seu nome?

— Pedro Miguel Albuquerque, jornalista.

— Quanto tempo pretendente ficar?

— Até o último capítulo.

— Como?

— Três meses podendo prorrogar.

— Certo, seu quarto é o 3. Aqui está a chave. — Ele entrega as chaves para Pedro.

— Muito obrigado. — Pedro vai para o seu quarto. E Tino pergunta pra Zeca:


Você sabe quem ele é?


Próximo capítulo:

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