Capítulo Anterior: https://fanficsenovelas.blogspot.com/2026/05/heranca-de-amor-2-capitulo-13.html
No Palácio Dançante...
— Lourival, vai ser um máximo.
— Eu gostaria mesmo de promover um festival...
— Lançar novos artistas. Já pensou eu Francine cantando no palco da TV.
— Francine, você não sabe cantar.
— Mirtes, que amiga você...
— Por ser sua amiga eu tenho que falar a verdade.
— Nem tudo está perdido. Você pode fazer aulas de canto.
— Aprender a cantar?
— Lourival, eu posso também.
— Claro, Mirtes! Você, a Francine e o Vermelho.
Na Pensão de Margarida...
— Boa tarde!
— Boa tarde, em que posso ajudá-la?
— Meu nome é Mafalda eu vim procurar o meu irmão Quincas.
— Mafalda, bem vinda! Venha seu irmão está na cozinha. — Dona Margarida e Mafalda vão para cozinha.
— Mafalda!
— Quincas! — Os dois se abraçam. — Quincas, o Romeu foi preso.
— Por quê?
— Ele roubou o carro do prefeito.
— Nossa!
— O que eu faço com as crianças, Quincas?
— Mafalda, porque você não volta pro sítio?
— A mãe agora é prefeita da cidade. E tem o Zé...
— Vamos falar com o Candinho!
Na Rádio Paraizo...
— Doutor Lúcio, tem certeza disso?
— Absoluta, Tales. Você e o professor Miguel são as pessoas indicadas para cuidar da TV.
— Acabamos de inaugurar.
— Eu sei que vocês dois são capazes.
— Doutor Lúcio, quem vai cuidar do jornalismo da rádio?
— A Lilly.
Na TV Paraizo
— Paulo, onde já se viu eu que sempre fiz a mocinha. Não poder mais.
— Olympia, a quantos anos você trabalha na rádio?
— Trinta anos.
— Então...
— Paulo, eu não quero admitir que estou velha.
— Eu também não.
Na Fábrica...
— Mafarda!
— Candinho, tudo bem?
— Bão, tudo bão. Que aconteceu com ucê?
— Tanta coisa. Eu estou precisando de ajuda.
— Pode pedi!
— O Romeu está preso. E eu não sei para onde ir com as crianças.
— Lá para casa, uai! A Dita e as crianças vão ficar feliz por demais!
— Obrigada, Candinho.
Na delegacia...
— Caro delegado, acompanhe meu raciocínio. Uma portuguesa foi vista na joalheria dias antes com o dono da loja.
Semanas depois ele morre de forma muito estranha.
A minha suspeita é que seja a portuguesa que ajudava a Sandra.
— Inês! Ela deve ter lido todo livro de venenos de Sandra.
— Elementar, meu caro Ernesto.
— Sabiá e Ernesto, eu não posso fazer uma investigação desse tamanho baseado em especulações.
— Senhor delegado, é a única possibilidade que consigo pensar.
Na confeitaria...
— Túlio, não é tão simples ir para lá. E chegando lá você vai ficar aonde?
— Eduardo, você tem razão. Eu não me aguento de saudades da Estela.
— Manda uma carta.
— Eu mando e ela me responde. Mas não é a mesma coisa.
— Te entendo. O jeito é esperar pelas férias.
No Sítio Dom Pedro II...
— Aqui no sítio?!
— Onde mais?
— Paixão, trazer governador, aqui?
— Sim. Quinzinho, se eu quero ser governadora um dia...
— Paixão, estamos tão bem aqui no sítio.
— Quinzinho, eu quero mais...
Na varanda...
— Aladim, eu tenho três sobrinhos e ela mora em São José dos Campos.
— Pureza, ela perdeu um bebezinho.
— Ela está bem.
— Pelo jeito que ela falou. Ela parece ser cunhada da professora Estela.
— Ela viveu uma história de amor.
— Ela está bem. Ela só pediu ajuda na última carta.
— Precisamos ajudá-la. — Jocastra chega.
— Ajudar quem?
— Minha irmã. — Ela entrega a última carta para Jocastra. Ela lê e chora.
— Pureza, o certo. O certo seria você, seu pai e Maria Divina irem para lá. Eu vou falar com seu pai.
Na casa de Candinho...
— Dita! Dita!
— Candinho. — Ela vê Mafalda e Quincas. — Mafalda!
— Dita!
— Eu trouxe a Mafarda para morar com a gente.
— Fez bem, Candinho.
Em algum lugar de Piracema...
— Carneiro, eu preciso ver a minha filha.
— Podemos ir para São Paulo no próximo feriado.
— Eu preciso ir logo.
— O que aconteceu?
Próximo capítulo:


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